Arquivos sustentabilidade - Focando No Positivo https://www.focandonopositivo.com.br/tag/sustentabilidade/ A coragem de enxergar diferente Sun, 05 Apr 2026 14:43:00 +0000 pt-BR hourly 1 https://www.focandonopositivo.com.br/wp-content/uploads/2022/08/cropped-focando-no-positive_lente-32x32.png Arquivos sustentabilidade - Focando No Positivo https://www.focandonopositivo.com.br/tag/sustentabilidade/ 32 32 195204525 Você sabia que o enoturismo pode transformar um território inteiro? https://www.focandonopositivo.com.br/voce-sabia-que-o-enoturismo-pode-transformar-um-territorio-inteiro/ https://www.focandonopositivo.com.br/voce-sabia-que-o-enoturismo-pode-transformar-um-territorio-inteiro/#respond Sun, 01 Mar 2026 18:29:19 +0000 https://www.focandonopositivo.com.br/?p=7282 Quando você pensa em vinho, o que vem à mente? Um brinde especial? Um jantar romântico? Uma viagem inesquecível? Mas você sabia que o enoturismo vai muito além da taça? Ele pode ser uma poderosa estratégia de valorização territorial, fortalecimento da identidade cultural e promoção do desenvolvimento sustentável.  Na Focando no Positivo, adoramos mostrar como […]

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Quando você pensa em vinho, o que vem à mente? Um brinde especial? Um jantar romântico? Uma viagem inesquecível? Mas você sabia que o enoturismo vai muito além da taça? Ele pode ser uma poderosa estratégia de valorização territorial, fortalecimento da identidade cultural e promoção do desenvolvimento sustentável. 

Na Focando no Positivo, adoramos mostrar como boas ideias geram impacto real — e o enoturismo é uma delas!

 O que é enoturismo?

O enoturismo é o turismo voltado para a vivência em regiões produtoras de vinho. Inclui visitas a vinhedos, degustações, experiências gastronômicas, festivais, colheitas, museus do vinho e contato direto com produtores locais.

Mas o mais interessante é que ele conecta pessoas ao território — à história, à cultura, à paisagem e às tradições de uma região.

Valorização territorial:

quando o vinho conta a história da terra

Cada vinho carrega o “sabor do lugar”. O solo, o clima, a altitude, a tradição familiar — tudo influencia o resultado final.

Regiões como o Vale dos Vinhedos, na Serra Gaúcha, ou áreas produtoras no Paraná, Santa Catarina e Nordeste brasileiro, têm utilizado o enoturismo para:

✔ Fortalecer a economia local
✔ Atrair visitantes durante todo o ano
✔ Estimular pequenos produtores
✔ Preservar paisagens rurais

Ao invés de abandonar o campo, muitas famílias encontraram no turismo do vinho uma forma de permanecer no território com dignidade e renda.

Identidade cultural: tradição que vira experiência

Você sabia que visitar uma vinícola também é mergulhar na história da imigração italiana, portuguesa e espanhola no Brasil?

O enoturismo ajuda a preservar:

  • Receitas tradicionais
  • Festas típicas
  • Arquitetura histórica
  • Memórias familiares

Ele transforma cultura em experiência viva — e isso fortalece o sentimento de pertencimento da comunidade.

Desenvolvimento sustentável na prática

Quando bem planejado, o enoturismo pode ser um aliado direto da sustentabilidade:

  • Incentiva práticas agrícolas responsáveis
  • Estimula o uso consciente da água
  • Promove economia circular (produtos locais, artesanato, gastronomia)
  • Gera emprego e renda para mulheres e jovens

Além disso, muitos empreendimentos já investem em energia limpa, redução de resíduos e produção orgânica.

Por que isso importa para o Brasil?

O Brasil tem enorme potencial enoturístico. Nosso clima diverso permite experiências únicas — da Serra Gaúcha ao Vale do São Francisco.

Investir no enoturismo é investir em:

  • Desenvolvimento regional
  • Geração de renda com identidade
  • Turismo responsável
  •  Fortalecimento de comunidades

E o melhor: é uma forma de crescer economicamente sem destruir o território — pelo contrário, valorizando-o.

E você, já viveu uma experiência de enoturismo?

Visitar vinhedos é mais do que degustar vinhos. É conhecer histórias, apoiar produtores locais e fazer parte de uma cadeia que pode ser mais justa e sustentável.

Aqui na Focando no Positivo, acreditamos que iniciativas como essa mostram que é possível unir tradição, economia e cuidado com o meio ambiente.

Brindemos a isso? 

Fotos: Pexels e IA

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Jundiaí: Vinhos, adegas e uma experiencia além do paladar https://www.focandonopositivo.com.br/jundiai-vinhos-adegas-e-uma-experiencia-alem-do-paladar/ https://www.focandonopositivo.com.br/jundiai-vinhos-adegas-e-uma-experiencia-alem-do-paladar/#respond Wed, 21 Jan 2026 12:16:00 +0000 https://www.focandonopositivo.com.br/?p=5416 Na pitoresca estação ferroviária da cidade de Jundiaí em São Paulo, começa uma viagem pela tradição vinífera italiana, que mais do que um legado cultural; é uma celebração que perdura há mais de um século. O aroma adocicado das vinhas em Jundiaí não é apenas o resultado do clima favorável, mas também da rica herança […]

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Na pitoresca estação ferroviária da cidade de Jundiaí em São Paulo, começa uma viagem pela tradição vinífera italiana, que mais do que um legado cultural; é uma celebração que perdura há mais de um século.

O aroma adocicado das vinhas em Jundiaí não é apenas o resultado do clima favorável, mas também da rica herança trazida pelos imigrantes italianos que se estabeleceram na região no final do século XIX.

Inicialmente, a produção de vinho era um tesouro guardado para o consumo familiar, mas ao longo do tempo, as adegas se expandiram, tornando-se não apenas um ponto de orgulho local, mas uma atração reconhecida em toda a região.

As adegas, verdadeiros templos da enologia, abrem suas portas não apenas para os moradores locais, mas também para visitantes vindos de todo o país e do exterior.

Cada adega é uma porta de entrada para um mundo de sabores, onde os visitantes podem degustar vinhos que carregam consigo a história das vinhas jundiaienses.

Tradição e modernidade

Atualmente, Jundiai abriga 20 adegas produtoras de vinho, cada uma delas contando uma história única e oferecendo uma experiência sensorial incomparável.

Nesta cidade a tradição e a modernidade se entrelaçam harmoniosamente em cada garrafa. Cada gole conta uma história de paixão, dedicação e um profundo respeito pela arte da produção vinífera.

Focando no positivo esteve lá junto com Frederico Rebouças e Yordano Blanco em um passeio pelas adegas. Foi possível não apenas degustar vinhos, mas também sentir o orgulho pelo trabalho de qualidade dos esforzados produtores. 

Conheça dois das sensacionais adegas do Jundiai:

Maziero

A família Maziero chegou ao Brasil em 1888 e foi encaminhada para a cidade de Araras, onde deveria trabalhar as fazendas de café da região, publicou o portal Turismo no Jundiai.

Após alguns meses, João Maziero recebe a visita do então amigo e companheiro de viagem Leopoldo Mingoti, que lhe oferece terras em Jundiaí, na região conhecida hoje como Caxambu. João aceita e passa a plantar uva e produzir vinho em sua propriedade.

A venda do vinho começou em 1954, quando Pedro Maziero, ainda criança, resolveu vender parte do vinho produzido na propriedade. A partir daí, a família além de comercializar uvas, passou a produzir vinho mantendo a tradição.

@adegamaziero

Fundada há mais de 60 anos, a Adega Maziero, atualmente administrada por Pedro Maziero e seu filho Clemente Natal Maziero, foi a adega escolhida para produzir o vinho que o Papa Bento XVI celebrou a missa em sua vinda ao Brasil em 2007. O vinho servido para a celebração foi o Rosé Suave.

Frederico Rebouças, Yordano Blanco e Dulce Maria Rodriguez na adega Maziero

Em 2013 a Adega Maziero voltou a fornecer o vinho que foi servido no almoço do Papa Francisco em sua visita ao Brasil.

O vinho servido foi o Moscato Seco e o Bordô Seco para o almoço e Rosé para a celebração.

Brunholi

A Família Brunholi teve origem no Brasil, quando o senhor Antônio Brunholi, fugindo da guerra chegou na cidade de Itatiba e começou a trabalhar nas lavouras de café.

Depois de alguns anos conseguiu comprar um pedaço de terra em Jundiaí (Sítio Pinhanduva) onde começou com a sua plantação de uva. Foram vários anos e até hoje 4 gerações que deram continuidade ao seu sonho, de acordo com o portal Turismo Jundiaí.

Hoje o Complexo Turístico Villa Brunholi, possui a Fábrica de Vinhos, a Adega, o Restaurante, o Museu do Vinho e uma mini fazenda.

Com mais de 13 rótulos de vinho e 03 rótulos de espumantes, sua adega oferece bebidas diversas com fabricação própria.

Recebe por volta de 2000 pessoas em um final de semana passando por suas diversas atividades.

@villabrunholi um cantinho da Italia em Jundiaí

Museu

Um tonel de quase seis metros de altura e com capacidade para 110 mil litros abriga o Museu do Vinho, dentro do complexo Villa Brunholi.

O Museu do Vinho foi montado em 2002 por iniciativa da família Brunholi com a colaboração de outras famílias tradicionais da cidade como Fontebasso, Bronzeri, Marquezin e Spiandorelo.

No local é possível encontrar painéis contando a história dividida em famílias, imigração e uva e vinho, além de utensílios de uso doméstico e produção de vinho.

Dos tintos encorpados aos frescos brancos, passando pelos delicados roses, as adegas em Jundiaí oferecem uma gama enorme de opções. Secos, suaves, frizantes – a diversidade é o segredo dessa experiência única.

Cada adega, com seu toque especial, tem se dedicado a aprimorar e inovar, proporcionando aos amantes do vinho uma experiência que vai além do paladar.

Conheça!

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Clima vira risco financeiro https://www.focandonopositivo.com.br/clima-vira-risco-financeiro/ https://www.focandonopositivo.com.br/clima-vira-risco-financeiro/#respond Sat, 17 Jan 2026 16:21:38 +0000 https://www.focandonopositivo.com.br/?p=7256 Riscos climáticos e de sustentabilidade deixaram de ser apenas um tema ambiental ou reputacional e passaram a integrar, oficialmente, a análise financeira das empresas. Novas regras internacionais exigem que companhias expliquem, com dados, como eventos climáticos, consumo de energia, cadeia de fornecedores e riscos ambientais afetam seus resultados, seus custos e a continuidade dos negócios. […]

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Riscos climáticos e de sustentabilidade deixaram de ser apenas um tema ambiental ou reputacional e passaram a integrar, oficialmente, a análise financeira das empresas. Novas regras internacionais exigem que companhias expliquem, com dados, como eventos climáticos, consumo de energia, cadeia de fornecedores e riscos ambientais afetam seus resultados, seus custos e a continuidade dos negócios.

No Brasil, a obrigação inicial atinge empresas de capital aberto, mas os efeitos já se espalham para empresas médias e fornecedores que não estão no mercado de ações, alerta Eliana Camejo, conselheira de administração pelo IBGC e vice-presidente da Sustentalli.

As normas foram emitidas pelo International Sustainability Standards Board (ISSB) e passaram a ser incorporadas ao ambiente regulatório brasileiro, especialmente para companhias supervisionadas pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM). A lógica por trás das regras é clara: investidores, bancos e seguradoras querem entender, de forma objetiva e comparável, se as empresas são resilientes diante de riscos climáticos e de sustentabilidade e quanto isso pode custar.

“Sustentabilidade deixou de ser discurso institucional. Hoje, ela é tratada como risco financeiro, com impacto direto no valor da empresa, no acesso a crédito e na permanência em cadeias de fornecimento”, afirma Eliana Camejo. 

Janela de preparação está se fechando

Embora a adoção das novas regras tenha contado com um período inicial de preparação e aplicação voluntária, especialistas alertam que essa janela está se encerrando. O cronograma regulatório aponta para a apresentação dos primeiros relatórios completos e comparáveis a partir de 2027, com base em informações estruturadas já nos ciclos anteriores.

Sustentalli: organização que reúne profissionais de todo o Brasil especializados em governança, sustentabilidade, gestão de riscos e reporte corporativo

Crédito, seguro e contratos entram no radar

A mudança também afeta diretamente o relacionamento com bancos e seguradoras. Instituições financeiras vêm incorporando riscos climáticos e de sustentabilidade em seus modelos de análise, o que impacta juros, limites de crédito, garantias e apólices de seguro.

“Sem dados estruturados, a empresa pode pagar mais caro pelo crédito, ter dificuldade de renovar financiamentos, enfrentar restrições de seguro ou até perder contratos importantes”, frisa a especialista.

Além disso, empresas que divulgam compromissos ambientais sem dados consistentes ficam mais expostas a questionamentos sobre greenwashing, ampliando riscos reputacionais e jurídicos.

Responsabilidade e multas

O dever de entregar o Relatório de Informações Financeiras Relacionadas à Sustentabilidade não recai apenas sobre a empresa como pessoa jurídica. Como o relatório passa a integrar o conjunto de informações periódicas obrigatórias das companhias abertas, a responsabilidade alcança a companhia aberta, como emissora de valores mobiliários, administradores e diretores responsáveis, nos casos de atraso, omissão ou inconsistência relevante das informações. Isso ocorre porque a prestação correta e tempestiva de informações ao mercado é um dever regulatório, fiscalizado pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

Existem multas? Sim. Embora a norma que criou o relatório não estabeleça uma penalidade própria, o descumprimento do prazo gera multa automaticamente, pois o relatório passa a seguir o regime geral de informações periódicas da CVM. As multas aplicáveis são as chamadas multas cominatórias, previstas na Resolução CVM nº 47.

Na prática a multa é diária, começa a contar a partir do primeiro dia de atraso e pode se acumular até atingir o limite máximo previsto nos anexos da norma. Os valores variam conforme o tipo de informação não entregue, o sujeito responsável e a gravidade do descumprimento.

Com informação da assessoria: Camejo& Camejo Estratégias em Comunicação.

Fotos:Pexels.com

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Ilha do Mel: uma ecoaventura inesquecível https://www.focandonopositivo.com.br/ilha-do-mel-uma-ecoaventura-inesquecivel/ https://www.focandonopositivo.com.br/ilha-do-mel-uma-ecoaventura-inesquecivel/#respond Thu, 15 Jan 2026 12:01:00 +0000 https://www.focandonopositivo.com.br/?p=5871 A Ilha do Mel localizada no estado do Paraná, Brasil é um tesouro escondido que encanta todos os que a visitam. Suas belas praias e paisagens oferecem uma experiência inesquecível, imersa em ecossistemas de restinga e floresta Atlântica, tornando-a um destino de ecoturismo ideal. Focando no positivo, tive o privilégio de explorar as maravilhas da […]

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A Ilha do Mel localizada no estado do Paraná, Brasil é um tesouro escondido que encanta todos os que a visitam. Suas belas praias e paisagens oferecem uma experiência inesquecível, imersa em ecossistemas de restinga e floresta Atlântica, tornando-a um destino de ecoturismo ideal.

Focando no positivo, tive o privilégio de explorar as maravilhas da Ilha do Mel, junto a experiente guia de turismo Marinete Marques. Esta incrível excursão foi organizada pelo Serviço Social do Comércio do Paraná (Sesc-PR), do qual agora a nossa revista digital faz parte como membro.

A travessia para a Ilha do Mel é fácil e rápida, partindo de Paranaguá ou Pontal do Sul. Saindo de Paranaguá o tempo da viagem é de aproximadamente 50 minutos e a distância percorrida é próxima de 22 km.

Saindo de Pontal do Sul – PR, a distância até a Ilha do Mel é de apenas de 5 Km, o tempo de travessia é de apenas 15 minutos.

Destino

Para começar, você deve escolher o seu destino na ilha: Encantadas ou Brasília. As opções de travessia variam, desde embarcações tradicionais até opções mais rápidas e confortáveis.

Desde o momento em que pisei na ilha, fui envolvida pelo seu charme especial. De trilhas pitorescas a momentos relaxantes à beira-mar, mergulhei na essência deste paraíso natural.

Encantadas

Trilhas sinuosas e pitorescas conduzem a pousadas e restaurantes encantadores, proporcionando um passeio agradável e relaxante. A ausência de veículos na ilha cria uma atmosfera única de tranquilidade e paz. A locomoção é feita por trilhas de areia, revelando um paraíso natural preservado.

Localizada na parte sul da ilha, a Gruta das Encantadas é um patrimônio natural formado por uma fenda no paredão rochoso que se abriu devido à ação do mar. Para facilitar o acesso ao local, há uma passarela que leva o visitante até a entrada da gruta.

Testemunhei a riqueza da fauna e flora locais, avistei uma variedade de aves que nos acompanharam na travessia até chegar à praia emoldurada por ondas fortes e um costão rochoso.

Caminhar não é a única forma de se exercitar na Ilha do Mel. Para quem gosta de um pouco mais de adrenalina é possível praticar diversos esportes radicais, como o Standup Paddle, o voo duplo de parapente ou surf nas ondas perfeitas da região.

Com vista ao mar, tem diversos restaurante com buffet livre a preço solidário com clima familiar, música e diversas opções de comida. Como não poderia deixar de ser, os frutos do mar são o grande destaque da culinária local.

E, é claro, não deixe de saborear os deliciosos frutos do mar nos restaurantes à beira-mar.

Brasília

Do outro lado da ilha, o Farol das Conchas oferece uma vista panorâmica de tirar o fôlego. Foi como viajar no tempo, imergindo nas histórias fascinantes que moldaram esta ilha ao longo dos séculos.

Construído em 1872, no topo do Morro das Conchas, o Farol das Conchas pode ser avistado de quase todos os pontos da ilha. Subir os 150 degraus do morro para chegar ao topo é poder contemplar uma vista incrível.

Tombada pelo Patrimônio Histórico em 1975, o Farol da Conchas, idealizado por Dom Pedro e construído com materiais importados da Escócia.

Enquanto no outro extremo da ilha está a Fortaleza de Nossa Senhora dos Prazeres que conta histórias fascinantes do passado militar da região. Edificada entre 1767 e 1769 para proteger a Baía de Paranaguá, a fortaleza fica de frente para o mar, na Praia da Fortaleza.

Tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, ela guarda muita história. É um monumento militar com canhões instalados no alto do Morro da Baleia.

Venha descobrir a Ilha do Mel e deixe-se envolver pela sua beleza e tranquilidade.

Foi uma experiência verdadeiramente enriquecedora e inspiradora, pela que lembro a vocês da importância de valorizar e preservar as maravilhas naturais que o Brasil tem a oferece

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Turismo ecológico: 3 Destinos imperdíveis https://www.focandonopositivo.com.br/turismo-ecologico-3-destinos-imperdiveis/ https://www.focandonopositivo.com.br/turismo-ecologico-3-destinos-imperdiveis/#respond Mon, 05 Jan 2026 08:43:00 +0000 https://www.focandonopositivo.com.br/?p=6701 Imagine explorar uma ilha, fazer trilhas em montanhas ou conhecer uma reserva natural, tudo isso enquanto ajuda a manter esses lugares intactos para as futuras gerações e gera renda para as comunidades locais? Pós é, isso é turismo ecológico, uma forma mais consciente e sustentável de viajar, onde o principal objetivo é conhecer e apreciar […]

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Imagine explorar uma ilha, fazer trilhas em montanhas ou conhecer uma reserva natural, tudo isso enquanto ajuda a manter esses lugares intactos para as futuras gerações e gera renda para as comunidades locais?

Pós é, isso é turismo ecológico, uma forma mais consciente e sustentável de viajar, onde o principal objetivo é conhecer e apreciar a natureza de uma maneira que respeite o meio ambiente. O turismo ecológico busca preservar os ecossistemas locais, apoiar as comunidades e promover práticas que minimizem o impacto ambiental.

Ao optar pelo turismo ecológico, você se conecta com a natureza e aprende a valorizá-la.

Por que o Turismo Ecológico está em alta?

O turismo sustentável vem crescendo no Brasil, e o Paraná se destaca como líder em práticas responsáveis. De acordo com o Ranking de Competitividade dos Estados, o Paraná é o estado mais sustentável do Brasil pelo quarto ano consecutivo. Além disso, o turismo na região apresentou um crescimento de 5% no primeiro semestre de 2024, quase quatro vezes a média nacional.

Destinos sustentáveis no Paraná

1-Ilha do Mel 

Acessível apenas por barcos, a Ilha do Mel é um modelo de turismo sustentável. A ausência de carros e o limite de visitantes ajudam a preservar os ecossistemas sensíveis.

Trilhas sinuosas e pitorescas conduzem a pousadas e restaurantes encantadores, proporcionando um passeio agradável e relaxante. A locomoção é feita por trilhas de areia, revelando um paraíso natural preservado.

Testemunhe a riqueza da fauna e flora locais, aviste uma variedade de aves que  acompanham na travessia até chegar à praia. Aproveite as praias paradisíacas e a rica biodiversidade enquanto contribui para a conservação do local.

Apoie negócios locais e consuma produtos da região. Respeite as regras das áreas naturais, como evitar deixar lixo ou interferir na fauna e flora.

“Cabe aos cidadãos a responsabilidade de contribuir para um litoral mais preservado, limpo e seguro, agindo para garantir a preservação das praias. Cuidar do ambiente litorâneo é responsabilidade de todos, e ações direcionadas para manter as praias limpas representam melhorias reais, pois a iniciativa gera uma cadeia de ações futuras, como a reciclagem do lixo em casa para que o mesmo não vá parar nos rios e mares e o pensamento do consumo consciente”, soblinha a ONG Parceiros do mar.

2- Morretes 

Famosa pelo Barreado e cercada por montanhas e trilhas, Morretes (PR) é ideal para quem busca contato com a natureza e cultura local.

E que tal percorrer as ferrovias da Serra do Mar a bordo de uma locomotiva? Esse, sem dúvida, é um daqueles passeios que todo turista deve fazer.

O trajeto é oferecido pela empresa Serra Verde Express e proporciona aos seus passageiros uma viagem inesquecível pela histórica Estrada de Ferro Paranaguá-Curitiba, que foi inaugurada pela princesa Isabel, em 1885.

Em Morretes é possível conhecer o centro histórico da cidade, que é bem preservado sem deixar de lado a visita à Paróquia Nossa Senhora do Porto, datada do ano de 1812.

 O local abriga o Conjunto Marumbi, um complexo de montanhas com nove 9 picos, na Serra do Mar, considerado o berço do montanhismo no país, já que foi a primeira região utilizada para a escalada esportiva. O mais legal são as  Caminhadas na Serra do Mar e o Trekkings no Parque Estadual do Marumbi.

Além disso, pode tomar banho o fazer Boia-cross para descer pelar corredeiras do Rio Nhundiaquara.  Também pode visitar o  Ekôa Park e ter uma experiências ecológicas que contribui para a educação sustentável. 

3. Parque Nacional do Iguaçu 

Localizado em Foz do Iguaçu, o parque abriga as icônicas Cataratas do Iguaçu, uma das Sete Maravilhas da Natureza. Com trilhas ecológicas e atividades sustentáveis, o parque promove a conservação da biodiversidade enquanto oferece experiências inesquecíveis aos visitantes.

As Cataratas do Iguaçu são reconhecidas e admiradas mundialmente. Em 1986, a UNESCO as declarou Patrimônio Mundial Natural, e em 2012, elas foram eleitas uma das 7 Maravilhas Naturais do Mundo.

Planeje sua viagem, sinta a força das águas, admire a beleza única desse lugar, e entenda por que o Brasil tem tudo para ser um líder em sustentabilidade e preservação.

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Fotos: @dulce_rodriguez_jornalista

Vídeo Ilha do Mel: Pexels.com

Foto Trem Morrentes:  Serra Verde Express

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Lixo plástico: Brasil adota regras que obrigam reciclagem de até 50% das embalagens https://www.focandonopositivo.com.br/lixo-plastico-brasil-adota-regras-que-obrigam-reciclagem-de-ate-50-das-embalagens/ https://www.focandonopositivo.com.br/lixo-plastico-brasil-adota-regras-que-obrigam-reciclagem-de-ate-50-das-embalagens/#respond Fri, 24 Oct 2025 10:59:16 +0000 https://www.focandonopositivo.com.br/?p=7230 Pela primeira vez na história, o Brasil estabelece metas obrigatórias para reduzir o volume de lixo plástico. O novo decreto do governo federal marca um divisor de águas na política ambiental do país — e pode mudar o rumo da poluição que sufoca mares, rios e cidades. De acordo com as novas regras, até 2026 […]

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Pela primeira vez na história, o Brasil estabelece metas obrigatórias para reduzir o volume de lixo plástico. O novo decreto do governo federal marca um divisor de águas na política ambiental do país — e pode mudar o rumo da poluição que sufoca mares, rios e cidades.

De acordo com as novas regras, até 2026 será preciso coletar e reciclar 32% de todas as embalagens e materiais plásticos descartáveis, como copos, canudos, talheres e pratos. A meta aumenta para 50% até 2040.

Mas não é só isso: o decreto também prevê que pelo menos 22% do plástico reciclado seja reutilizado na fabricação de novos produtos até 2026, chegando a 40% em 2040. Isso vale inclusive para empresas importadoras de materiais plásticos — ou seja, ninguém escapa da responsabilidade ambiental.

O decreto

“O decreto traz incentivos e estímulos para que as empresas usem embalagens com maior índice de reciclabilidade e tragam embalagens retornáveis, diminuindo o lixo nas cidades”, explicou Adalberto Maluf, secretário nacional de Meio Ambiente Urbano.

Por que o Brasil precisava agir 

Os números são alarmantes:
🇧🇷 O Brasil é o oitavo maior poluidor de plástico do mundo.
🧴 Coloca cerca de 500 bilhões de embalagens plásticas no mercado todos os anos.
🌍 Despeja 1,3 milhão de toneladas de resíduos plásticos no oceano anualmente.

“Isso afeta a biodiversidade, o turismo, a pesca e até a saúde humana”, alerta Lara Iwanicki, diretora da ONG Oceana.

Vitória para as cooperativas de catadores

As cooperativas, que muitas vezes são as grandes esquecidas do sistema, também ganharam destaque no decreto.

Hoje, os catadores recebem toneladas de plásticos sem valor comercial, que não podem ser reciclados — e ainda precisam arcar com o descarte. Agora, essa responsabilidade será das indústrias e importadores.

“Vai ser ótimo para a gente e vai ajudar os aterros e o meio ambiente também”, comemorou Adílson Faria da Silva, coordenador de cooperativa.

O Ministério do Meio Ambiente tem 90 dias para detalhar as novas regras voltadas às cooperativas.

Empresas que não se adaptarem terão problemas

A fiscalização será feita pelos órgãos ambientais estaduais e municipais.
Segundo o secretário Adalberto Maluf, fábricas que descumprirem as metas poderão ter a renovação de licenças e alvarás negada. Ou seja: além de ser uma exigência ambiental, virou também uma condição para operar legalmente.

Um passo essencial para um futuro mais limpo

A nova legislação é um marco para o país — e mostra que sustentabilidade não é mais uma escolha, e sim um dever coletivo.

Se as metas forem cumpridas, o Brasil poderá reduzir significativamente a poluição plástica, proteger ecossistemas e gerar renda digna para quem trabalha com reciclagem.

Focando no Positivo acredita que esse é um passo importante rumo a um país mais limpo, justo e sustentável.
O desafio é grande, mas cada ação conta — e agora, a mudança está oficialmente em curso. 

Já pensou no impacto de reduzir pela metade o lixo plástico no Brasil? Compartilhe essa boa notícia e inspire mais gente a repensar o uso do plástico!

Com informação do Jornal Nacional

Fotos: Pixabay

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Bagaço de cana vira potência energética verde https://www.focandonopositivo.com.br/bagaco-de-cana-vira-potencia-energetica-verde/ https://www.focandonopositivo.com.br/bagaco-de-cana-vira-potencia-energetica-verde/#respond Tue, 14 Oct 2025 12:09:09 +0000 https://www.focandonopositivo.com.br/?p=7199 O setor sucroenergético brasileiro vive um momento decisivo. A safra 2025/26 da cana-de-açúcar acendeu um sinal de alerta: segundo levantamento da NovaCana, a moagem deve chegar a 596 milhões de toneladas, uma queda de 4,1% em relação ao ciclo anterior. O motivo? Condições climáticas desfavoráveis e um ATR (Açúcares Totais Recuperáveis) mais baixo, que impactam […]

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O setor sucroenergético brasileiro vive um momento decisivo. A safra 2025/26 da cana-de-açúcar acendeu um sinal de alerta: segundo levantamento da NovaCana, a moagem deve chegar a 596 milhões de toneladas, uma queda de 4,1% em relação ao ciclo anterior.

O motivo? Condições climáticas desfavoráveis e um ATR (Açúcares Totais Recuperáveis) mais baixo, que impactam diretamente a produção de etanol e açúcar, os pilares tradicionais do setor.

Mas há um novo protagonista despontando nesse cenário: a bioeletricidade gerada a partir do bagaço e da palha da cana-de-açúcar — uma fonte limpa, previsível e cada vez mais essencial para a segurança energética do Brasil.

Quarta fonte de energia renovável

Entre as biomassas utilizadas, o bagaço e a palha da cana ocupam um lugar cada vez mais importante, com uma produção de energia também em crescimento. De acordo com a Empresa de Pesquisa Energética (EPE), em 2024, a cogeração a partir da biomassa da cana garantiu cerca de 37 TWh de eletricidade, o que representa 56% da geração da usina de Itaipu.

Esse volume coloca a biomassa como a quarta fonte renovável mais importante do país, atrás apenas da hídrica, eólica e solar — e o melhor: sem emitir carbono e aproveitando um resíduo que antes era subestimado.

Além de gerar energia limpa, o uso do bagaço reduz a necessidade de acionar termelétricas fósseis, mais caras e poluentes, ajudando o Brasil a avançar rumo a uma matriz elétrica mais sustentável e equilibrada.

Com mais de três décadas de atividade e quase 400 usinas, a cogeração a partir da cana encontra diferentes estágios, mas tem evoluído do ponto de vista tecnológico nos últimos 20 anos, avalia Frederico Becker, diretor Centro Nacional das Indústrias do Setor Sucroenergético e Biocombustíveis (Ceise Br).

Além disso, o advento da inteligência artificial também é uma tendência nas usinas para otimizar a oferta de eletricidade. “O controle avançado de processos tem um algoritmo preditivo que prevê o que vai acontecer em dez, quinze minutos. Isso reduz muitas perdas e ineficiências do processo”, explica.

Estabilidade e segurança energética

Outro ponto positivo é o equilíbrio sazonal. A safra da cana ocorre justamente no período seco, quando os reservatórios das hidrelétricas estão em níveis mais baixos. Isso transforma as usinas sucroenergéticas em parceiras estratégicas do Sistema Interligado Nacional (SIN), fornecendo energia confiável quando o país mais precisa.

Diferente das fontes solar e eólica, cuja geração depende das condições climáticas, a bioeletricidade da cana possui uma curva previsível e estável — característica essencial para garantir segurança e confiabilidade ao sistema elétrico nacional.

Oportunidade de negócio e política pública verde

Para o setor, a venda de energia elétrica significa diversificação e estabilidade de receita em tempos de margens apertadas para açúcar e etanol. Para o Brasil, é um ativo estratégico de segurança energética e redução das emissões de carbono.

Com políticas públicas que valorizem essa fonte — como remuneração pela capacidade firme, incentivos à geração próxima dos centros consumidores e contratos de longo prazo —, o país pode transformar a bioeletricidade em um dos pilares do futuro energético nacional.

Energia do futuro, orgulho do presente

A safra 2025/26 trouxe um lembrete importante: depender apenas de açúcar e etanol é arriscado. A bioeletricidade da cana surge como o verdadeiro pilar de estabilidade e sustentabilidade, tanto para o setor sucroenergético quanto para o sistema elétrico brasileiro.

O Brasil tem, literalmente, energia limpa nas mãos — e não pode abrir mão de um ativo que une inovação, meio ambiente e desenvolvimento.


O bagaço da cana deixou de ser um resíduo. Agora, é força motriz de um futuro mais verde, eficiente e positivo

Com informação de artigo de opinião assinado por José Piñeiro e G1 Agro

Fotos: Ceise Br/ Divulgação

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Nos últimos anos, a palavra sustentabilidade deixou de ser apenas um conceito distante e passou a fazer parte da vida de milhões de pessoas. Seja na hora de escolher o que consumir, de repensar hábitos do dia a dia ou até de questionar de onde vem a energia que usamos em casa, cresce cada vez mais a preocupação com o impacto ambiental das nossas escolhas.

Afinal, a energia é a base da vida moderna – sem ela, não teríamos iluminação, transporte eficiente, internet, hospitais funcionando ou indústrias produzindo. Mas, ao mesmo tempo em que é indispensável, a geração de energia tradicional tem sido responsável por grande parte da poluição e do aquecimento global.

E é justamente aí que surge a pergunta: será que é possível ter desenvolvimento sem destruir o planeta? É aqui que entra a chamada Energia Verde, uma alternativa que une tecnologia, consciência ambiental e futuro sustentável.

O que é energia verde?

A chamada energia verde é produzida a partir de fontes renováveis, como o sol, o vento, a água, a biomassa e o calor da Terra. Ela se diferencia das formas tradicionais porque gera eletricidade com baixo impacto ambiental, contribuindo para reduzir as emissões de gases de efeito estufa e combatendo as mudanças climáticas.

Segundo a Agência Internacional de Energia Renovável (IRENA, 2023), em 2022 mais de 80% da nova capacidade instalada de energia no mundo veio de fontes renováveis – um sinal claro de que o planeta está mudando sua matriz energética.

Energia solar

As “cores” da energia

Para entender melhor, podemos imaginar que cada forma de geração de energia tem uma cor:

Energia Verde 🌱 → limpa e renovável, como solar e eólica.

Energia Azul 💧 → hídrica, que é renovável, mas pode gerar impactos socioambientais com grandes barragens.

Energia eólica

Energia Vermelha/Amarela 🔥 → associada a processos que envolvem calor intenso ou riscos, como a nuclear.

Energia Preta 🛢 → vinda de combustíveis fósseis, como carvão, petróleo e gás, altamente poluente.

Quanto mais distante estamos da energia “verde” do sol, maior o impacto socioambiental.

Energia verde e desenvolvimento sustentável

Para ser realmente sustentável, uma matriz energética precisa ser limpa, eficiente e de baixo impacto. Isso significa gerar cada vez mais energia com menos recursos naturais, reduzindo poluição e preservando a biodiversidade.

De acordo com o Relatório da ONU sobre Energia e Desenvolvimento Sustentável (2022), o acesso à energia limpa é um dos pilares para atingir os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), especialmente o ODS 7: “Energia acessível e limpa para todos”.

Ou seja, falar de energia verde é falar do futuro do planeta, da saúde das pessoas e da qualidade de vida das próximas gerações.

O Brasil e a matriz energética

O Brasil tem uma posição de destaque no cenário mundial. Segundo o Ministério de Minas e Energia (2024), cerca de 87% da energia elétrica consumida no país vem de fontes renováveis, principalmente hidrelétrica, solar e eólica. Isso coloca o Brasil bem à frente da média mundial, que é de 30%.

Energia hídrica. Foto: @dulce_rodiguez_jornalista

Mas os desafios continuam: diversificar cada vez mais as fontes, reduzir os impactos das grandes barragens e incentivar a geração solar e eólica, que crescem rapidamente no país.

Questão para pensar…

Se a energia é vital para o desenvolvimento humano, precisamos refletir:
👉 Como podemos crescer economicamente e socialmente sem comprometer o planeta?
👉 Que escolhas energéticas cada país – e até cada um de nós – pode fazer para se aproximar da energia verde?

Porque, no fim das contas, energia não é só sobre tecnologia. É sobre futuro, qualidade de vida e responsabilidade com o mundo que deixaremos para as próximas gerações.

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Brasil lidera consciência ambiental entre empreendedores https://www.focandonopositivo.com.br/brasil-lidera-consciencia-ambiental-entre-empreendedores/ https://www.focandonopositivo.com.br/brasil-lidera-consciencia-ambiental-entre-empreendedores/#respond Wed, 17 Sep 2025 13:48:30 +0000 https://www.focandonopositivo.com.br/?p=7157 O cuidado com o meio ambiente deixou de ser apenas um diferencial e passou a ser uma necessidade para os negócios. Em 2024, uma pesquisa internacional revelou um dado inspirador: os empreendedores brasileiros estão no topo do ranking mundial de consciência ambiental. Os dados inéditos são da recente edição do Monitor Global de Empreendedorismo (Global […]

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O cuidado com o meio ambiente deixou de ser apenas um diferencial e passou a ser uma necessidade para os negócios. Em 2024, uma pesquisa internacional revelou um dado inspirador: os empreendedores brasileiros estão no topo do ranking mundial de consciência ambiental.

Os dados inéditos são da recente edição do Monitor Global de Empreendedorismo (Global Entrepreneurship Monitor – GEM 2024), considerada a maior pesquisa de empreendedorismo do mundo. No país, ela é realizada pelo Sebrae em parceria com a Associação Nacional de Estudos e Pesquisas em Empreendedorismo (Anegepe).

O destaque vai para os empreendedores iniciais — aqueles que estão com seus negócios em fase de até 3,5 anos —, que se mostraram os mais engajados em adotar práticas sustentáveis desde o início de suas atividades chegando a 90,2% do grupo.

A economia de energia e a destinação adequada do resíduo sólido foram as medidas mais adotadas, seguidas pelo uso de material reciclável. 

O Brasil já ocupa a primeira posição há pelo menos três anos, passando na frente de países como China, Canadá e Estados Unidos em um ranking que envolve 120 países, segundo a pesquisa.

A consciência ambiental ganha destaque

Além de contribuir para a preservação dos recursos naturais e para o combate às mudanças climáticas, as práticas sustentáveis também fortalecem a imagem das empresas. Hoje, clientes e investidores buscam marcas que gerem impacto positivo e façam parte da solução, não do problema.

O Brasil é destaque nos demais recortes do Monitor, ficando em terceiro lugar na avaliação dos empreendedores iniciais que consideraram os aspectos ambientais ao tomarem decisões sobre o futuro do negócio, com 91,1% dos ouvidos.

Os brasileiros também garantiram a terceira colocação global por priorizarem o impacto ambiental e social do negócio acima da lucratividade ou crescimento: o resultado de 86,2% foi o melhor desde 2021, ficando atrás apenas da Índia e da Guatemala.

O presidente do Sebrae Nacional, Décio Lima, destaca que, nesse cenário global, é essencial reconhecer o papel das micro e pequenas empresas na inclusão social, produtiva e ambiental rumo à economia verde. “Por representarem a maioria dos empreendimentos no planeta, os pequenos negócios são estratégicos na adoção de soluções sustentáveis e na redução das emissões de carbono”, defende, lembrando que os negócios de pequeno porte são 96% dos CNPJs do Brasil e respondem por 26,5% do PIB nacional.

O que mais importa

Principais dados da pesquisa sobre impacto ambiental:

  • O Brasil é o 1º do ranking dos empreendedores iniciais que, no último ano, tomaram alguma providência para minimizar o impacto ambiental (90,2%).
  • Entre as ações adotadas, o item mais citado pelos empreendedores iniciais foi “economizar energia” (86,5%). Já os donos de negócios estabelecidos indicaram “cuidar dos resíduos sólidos gerados” (81,1%).
  • O Brasil ocupa a 3ª colocação dos empreendedores iniciais que “ao tomar ecisões sobre o futuro do negócio, consideram os aspectos ambientais” (91,1%). Entre os empreendedores estabelecidos, fica em 4º lugar (89,5%).
  • Também fica em 3º no ranking dos empreendedores iniciais e estabelecidos que priorizam o impacto ambiental e/ou social acima da lucratividade ou do crescimento (86,2% e 83,4%, respectivamente).

Com informação do Sebrae

Fotos: Pexels e iStock

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Precificação de Carbono: como funciona e por que importa para todos nós https://www.focandonopositivo.com.br/precificacao-de-carbono-como-funciona-e-por-que-importa-para-todos-nos/ https://www.focandonopositivo.com.br/precificacao-de-carbono-como-funciona-e-por-que-importa-para-todos-nos/#respond Tue, 09 Sep 2025 22:01:31 +0000 https://www.focandonopositivo.com.br/?p=7147 A precificação de carbono é um instrumento econômico criado para colocar um valor financeiro nas emissões de gases de efeito estufa (GEE). Em vez de tratar a poluição como algo “invisível” ou sem custo, essa ferramenta transforma o carbono em um custo real, influenciando as escolhas de empresas e governos. O ponto central está no […]

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A precificação de carbono é um instrumento econômico criado para colocar um valor financeiro nas emissões de gases de efeito estufa (GEE). Em vez de tratar a poluição como algo “invisível” ou sem custo, essa ferramenta transforma o carbono em um custo real, influenciando as escolhas de empresas e governos.

O ponto central está no preço do carbono: ao internalizar esse custo, setores produtivos passam a repensar investimentos, apostar em inovação e buscar alternativas mais sustentáveis.

Como destacam os especialistas Caroline Prolo e Shigueo Watanabe Jr., o preço é justamente o que induz a redução das emissões e acelera a descarbonização da economia.

Como funciona?

Existem duas formas principais de precificação de carbono:

1-Taxa de carbono: funciona como um imposto sobre cada tonelada de CO₂ emitida.

2-Mercado de carbono (ou sistema de comércio de emissões – ETS): cria um limite total para as emissões e permite a compra e venda de créditos, premiando quem emite menos.

Esse modelo de mercado é considerado mais custo-efetivo, pois garante que as reduções mais baratas e viáveis sejam feitas primeiro, preparando a economia para desafios maiores no futuro.

Panorama mundial

De acordo com o State and Trends of Carbon Pricing 2025, publicado pelo Banco Mundial:

-Economias que representam quase dois terços da produção global já adotaram instrumentos de precificação de carbono.

-28% das emissões globais estão cobertas por um sistema de taxa ou mercado de carbono.

-O preço médio do carbono praticamente dobrou em 10 anos: de USD 10 em 2015 para cerca de USD 19 em 2025.

-Na Europa, os valores já ultrapassaram EUR 60, chegando a picos de EUR 83 em 2025.

Apesar do avanço, os preços atuais ainda estão abaixo do necessário para promover transformações estruturais profundas na economia global.

No Brasil 

1. Mercado Regulamentado Avança com o SBCE

Em dezembro de 2024, foi sancionada a Lei nº 15.042/2024, que institui o Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões (SBCE), um mercado regulado de carbono no modelo cap-and-trade. Empresas que superarem seus limites de emissão deverão comprar cotas; aquelas que emitirem menos poderão vendê-las. O sistema prevê penalidades severas e envolve componentes como cotas de emissão (CBE) e certificados de redução ou remoção (CRVE)

2. Mercado Voluntário: Potencial e Crescimento

O Brasil responde atualmente por aproximadamente 12% da oferta global de créditos voluntários, um salto significativo frente aos 3% de 2019. A receita do mercado voluntário brasileiro deve crescer de US$ 62 milhões em 2023 para cerca de US$ 487 milhões em 2030.

3. Projetos de Crédito: Escala Estadual

O estado de Tocantins está planejando emitir até 50 milhões de créditos de carbono por meio de projetos de conservação florestal até 2030, com valor estimado em R$ 2,5 bilhões (US$ 430 milhões.

4. Desafios e Riscos Persistentes

Uma investigação da Reuters revelou que 24 dos 36 projetos voluntários analisados na Amazônia envolveram atores com histórico de crimes ambientais, evidenciando fragilidades na fiscalização e casos de greenwashing.

Ainda há necessidade de fortalecer a governança, transparência e integridade do mercado, com a previsão de integração de comunidades indígenas como geradoras de créditos e o uso do sistema como atrativo para investimentos ESG.

Ainda há barreiras para o fortalecimento desses mecanismos, como:

Excesso de créditos em alguns sistemas, devido a crises econômicas.

Incertezas regulatórias e geopolíticas.

Conflitos que desviam a prioridade de governos.

Por outro lado, a revisão das NDCs (Contribuições Nacionalmente Determinadas) e o processo do Global Stocktake (GST) estão criando bases para maior ambição climática. Isso significa que empresas e governos terão de se adaptar mais rápido, e quem investir em inovação, tecnologia e gestão de risco sairá na frente.

Por que importa para as empresas e para você?

Mais do que uma ferramenta ambiental, a precificação de carbono é uma estratégia econômica global. Para os negócios, significa repensar modelos de produção, adotar inovação tecnológica e alinhar investimentos ao futuro de uma economia de baixo carbono.

Para a sociedade, é um passo essencial para reduzir emissões, conter o aquecimento global e garantir um planeta mais saudável para as próximas gerações.

Fotos: Pexels

Com informação da Branding And Sales

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