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O Selo Solidário é uma iniciativa do Governo do Estado do Paraná que reconhece e valoriza ações voltadas à solidariedade, ao desenvolvimento social e à sustentabilidade.

O selo representa um compromisso com um modelo de crescimento que une lucro, impacto social e cuidado com o meio ambiente, alinhado aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU e aos princípios ESG (Governança Ambiental, Social e Corporativa).

Nesta primeira edição, sete companhias foram destacadas com a menção honrosa por suas boas práticas: O Boticário, Copel, Renault, Sebrae-PR, Seccional Brasil, Impactability e Sanepar.

Foto: Roberto Dziura Jr/AEN

Outras 23 empresas que cumpriram os critérios de elegibilidade também receberam certificados de participação no programa, contribuindo para formar uma rede inspiradora de transformação positiva.

Sustentabilidade que gera resultados

Entre as premiadas, a Renault se destacou pelo impacto de longo prazo do Instituto Renault, que já beneficiou mais de 900 mil pessoas em 15 anos, com projetos sociais e de economia circular.

Um exemplo é a parceria com a Associação Borda Vida, no bairro Borda do Campo, que promove a geração de renda por meio da reutilização de tecidos automotivos em oficinas comunitárias de costura.

“Este selo é mais do que um certificado, é um símbolo de comprometimento de organizações que estão mostrando que é possível conciliar o sucesso empresarial com a responsabilidade social”, destacou a primeira-dama Luciana Saito Massa, idealizadora da premiação.

Tecido automotivo e cintos de segurança que seriam descartados viraram produtos pelo projetos Borda Viva. Foto: Renautl

Também reconhecida, a Sanepar foi premiada por suas iniciativas voltadas à universalização sustentável do saneamento. A empresa pública mantém ações contínuas voltadas à preservação ambiental e à inclusão social, como parte integrante de seu planejamento estratégico.

“Este reconhecimento faz com que iniciativas de sustentabilidade deixem de ser projetos pontuais e se tornem políticas permanentes nas empresas”, afirmou o diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley.

Oportunidade de transformação

O Selo Solidário lança luz sobre uma nova lógica empresarial: aquela que entende que o sucesso econômico pode – e deve – caminhar junto com o compromisso social e ambiental. Empresas que investem em impacto positivo não apenas fortalecem suas marcas, como também constroem legados duradouros para suas comunidades.

“Queremos que este selo inspire outras empresas a aderirem a este movimento”, completou a primeira-dama Luciana Saito Massa.

Foto: Roberto Dziura Jr/AEN

A avaliação das empresas foi conduzida por uma comissão especializada com apoio da Universidade Estadual do Centro-Oeste (Unicentro). Foram considerados critérios como impacto social e ambiental, número de beneficiados, envolvimento de voluntários e regularidade das ações.

Empresas premiadas 

1-Categoria Empresas Privadas de Grande Porte:

-Grupo Boticário

-Copel

-Renault

-Sebrae-PR

2-Categoria Empresa Privada de Médio Porte:

-Seccional Brasil

3-Categoria Empresa Privada de Pequeno Porte:

-Impactability Consultoria e Soluções

4-Categoria Empresa Pública de Grande Porte:

-Sanepar

Com informação da assessoria

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No ranking de sustentabilidade mundial Brasil avança com 27 empresas https://www.focandonopositivo.com.br/no-ranking-de-sustentabilidade-mundial-brasil-avanca-com-27-empresas/ https://www.focandonopositivo.com.br/no-ranking-de-sustentabilidade-mundial-brasil-avanca-com-27-empresas/#respond Mon, 08 Apr 2024 16:24:20 +0000 https://www.focandonopositivo.com.br/?p=5891 Você está familiarizado com os princípios ESG? A sigla em inglês representa os conceitos de meio ambiente, responsabilidade sociais e de governança, essenciais para avaliar as práticas de uma organização. A letra E, da sigla, representa o impacto que uma empresa causa no ambiente natural. Isso inclui questões como poluição (emissões de carbono, produtos químicos […]

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Você está familiarizado com os princípios ESG? A sigla em inglês representa os conceitos de meio ambiente, responsabilidade sociais e de governança, essenciais para avaliar as práticas de uma organização.

A letra E, da sigla, representa o impacto que uma empresa causa no ambiente natural. Isso inclui questões como poluição (emissões de carbono, produtos químicos e metais tóxicos, embalagens e outros resíduos), o uso de recursos naturais (água, terra, árvores) e as consequências para a biodiversidade (a variedade de vida na Terra), bem como tenta minimizar a nossa pegada ambiental (eficiência energética, agricultura sustentável, edifícios verdes).

A letra S, de responsabilidade social, da sigla, indica os fatores que afetam as pessoas – sejam funcionários, clientes ou a sociedade em geral.

Na dianteira do S, cada vez mais os investidores querem ver que as empresas estão ativamente comprometidas com a superação da desigualdade e da discriminação, tanto por meio do tratamento justo dos funcionários quanto garantindo que nenhum grupo social seja excluído do acesso a produtos e serviços essenciais.  

A letra G, de governança está relacionada ao fato de uma empresa administrar seus negócios de maneira responsável. Isso leva em consideração os requisitos éticos de ser um bom cidadão corporativo, como políticas anticorrupção e transparência tributária, bem como preocupações tradicionais de governança corporativa, caso do gerenciamento de conflitos de interesse, diversidade e independência do conselho, qualidade das divulgações financeiras e avaliação sobre se os acionistas minoritários são tratados de forma justa pelos acionistas controladores.

Essa sigla mostra que é viável fazer negócios promovendo um impacto positivo na sociedade e nos ecossistemas, ou seja, realmente promover transformação e mudanças construtivas na cadeia produtiva.

Os ganhos não são apenas em imagem e em fortalecimento da marca, mas em longevidade da empresa, em prosperidade e, é claro, no bem-estar dos colaboradores.

Brasil brilha com 27 empresas 

O Brasil marcou presença no ranking anual de sustentabilidade de 2024, com a participação de 27 empresas. 

Realizado pelo S&P Global, o Anuário de sustentabilidade – 2024 (The Sustainability Yearbook – 2024) tem como objetivo avaliar o engajamento corporativo mundial em relação a temáticas ESG.

Nenhuma companhia brasileira alcançou o top 1% do levantamento. Das 27, cinco fazem parte do top 5% e outras cinco do top 10%. Klabin e Lojas Renner, pertencentes ao top 5%, também foram reconhecidas recentemente por sua transparência ambiental em ranking da Carbon Disclosure Project (CDP).

O levantamento foi realizado em dezembro de 2023, com mais de 9.400 empresas de 62 setores diferentes.

Elas foram analisadas de acordo com critérios criados pela S&P Global, chamados de Avaliação de Sustentabilidade Corporativa (Corporate Sustainability Assessment – CSA). Neste ano, apenas 759 delas entraram no ranking.

Top 5% sustentabilidade global

  1. Banco do Brasil
  2. O Boticário
  3. Fleury
  4. Klabin
  5. Lojas Renner

 

Top 10% sustentabilidade global

  1. Bradesco
  2. Itaú Unibanco Holding
  3. Rumo
  4. Suzano
  5. Telefônica Brasil

Mais integrantes do anuário 

  1. Cemig
  2. Cielo
  3. Cogna Educação
  4. Cosan
  5. Eletrobrás
  6. Engie Brasil
  7. Hypera
  8. Itaúsa
  9. Movida
  10. Natura &Co
  11. Neoenergia
  12. Petrobras
  13. Rede D’Or São Luiz
  14. Simpar
  15. TIM
  16. Vamos Locação
  17. Vibra Energia

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Bancos investem em cultura na disputa pelos paulistanos https://www.focandonopositivo.com.br/bancos-investem-em-cultura-na-disputa-pelos-paulistanos/ https://www.focandonopositivo.com.br/bancos-investem-em-cultura-na-disputa-pelos-paulistanos/#respond Fri, 10 Nov 2023 15:27:55 +0000 https://www.focandonopositivo.com.br/?p=5377 Em meio ao dinámico cenário urbano de São Paulo, os bancos não apenas figuram como instituições financeiras, mas também como impulsionadores ativos da cultura, utilizando projetos e eventos para fortalecer suas marcas de forma positiva e envolvente. Destacando-se em espaços culturais de renome, como o Itaú Cultural, Faro Santander, Centro Cultural Banco do Brasil e […]

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Em meio ao dinámico cenário urbano de São Paulo, os bancos não apenas figuram como instituições financeiras, mas também como impulsionadores ativos da cultura, utilizando projetos e eventos para fortalecer suas marcas de forma positiva e envolvente.

Destacando-se em espaços culturais de renome, como o Itaú Cultural, Faro Santander, Centro Cultural Banco do Brasil e Caixa Cultural, essas instituições bancárias trazem à cidade exposições, shows e espetáculos que não apenas impressionam, mas também desencadeiam um diálogo entre a arte e a comunidade.

Farol Santander

Este investimento robusto nas artes e na cultura por parte dos bancos é impulsionado por diversos motivos.

Focando no Positivo visitou esses centros culturais notáveis em São Paulo e lista para vocês as razões de eles promoverem tão dinâmica cena artística

Responsabilidade social

O caminho que começa a ser traçado pelo investimento remete ao retorno que essas instituições querem dar à comunidade como parte da sua responsabilidade social.

Em uma tentativa de equilibrar a disparidade entre lucros bilionários e o apoio à comunidade, os bancos direcionam recursos para trazer peças teatrais, exposições e espetáculos, além de oferecer suporte a novos artistas através de seus espaços.

Babilônia Tropical – A Nostalgia do Açúcar no Centro Cultural Banco do Brasil

Além disso, as empresas buscam criar experiências únicas e construtivas para a comunidade, muitas vezes disponibilizando esses eventos a preços acessíveis ou até mesmo de forma gratuita e com transporte incluido na saida do evento.

Centro Cultural Banco do Brasil

Este compromisso não apenas agrega valor à comunidade, mas também fortalece o vínculo entre as instituições financeiras e o público.

Posicionamento de marca

No âmbito do posicionamento de marca, a conexão entre os bancos e a cultura se revela estratégica.

Ao proporcionar experiências únicas e acessíveis à comunidade, essas instituições não apenas reforçam sua imagem positiva, mas também estabelecem uma ligação afetiva duradoura com o público.

Itaú Cultural

Ao associar-se a projetos culturais significativos, os bancos estabelecem uma imagem de comprometimento com valores mais amplos, como o desenvolvimento cultural e a promoção da diversidade.

Essa conexão com a cultura não apenas fortalece a reputação da instituição financeira, mas também cria uma identidade positiva que ressoa com seus clientes.

Dessa forma, o apoio à cultura não é apenas um investimento em eventos e iniciativas artísticas, mas também uma estratégia eficaz para construir e fortalecer a marca do banco no contexto social e cultural.

Isenção fiscal

A isenção fiscal emerge como outro componente crucial nessa equação. Devido aos seus lucros substanciais, os bancos se destacam como principais incentivadores da cultura, aproveitando os benefícios da Lei de Incentivo à Cultura para direcionar recursos substanciais a projetos artísticos.

Essa prática não só amplia a oferta cultural na cidade, mas também aprimora a visibilidade e a qualidade dos eventos promovidos.

Caixa Cultural

Ao adotar uma postura ativa na promoção da cultura, os bancos não apenas enriquecem o tecido cultural da cidade, mas também se posicionam como agentes de inovação e diversidade.

Esse compromisso não só fortalece o relacionamento com a comunidade, mas também destaca essas instituições como pilares fundamentais na construção de uma São Paulo culturalmente rica e vibrante.

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