Arquivos peixe - Focando No Positivo https://www.focandonopositivo.com.br/tag/peixe/ A coragem de enxergar diferente Mon, 18 Sep 2023 19:35:59 +0000 pt-BR hourly 1 https://www.focandonopositivo.com.br/wp-content/uploads/2022/08/cropped-focando-no-positive_lente-32x32.png Arquivos peixe - Focando No Positivo https://www.focandonopositivo.com.br/tag/peixe/ 32 32 195204525 Bio Bistrô revela o segredo da sua proposta culinária https://www.focandonopositivo.com.br/bio-bistro-revela-o-segredo-da-sua-proposta-culinaria/ https://www.focandonopositivo.com.br/bio-bistro-revela-o-segredo-da-sua-proposta-culinaria/#respond Tue, 12 Sep 2023 16:01:00 +0000 https://www.focandonopositivo.com.br/?p=5075 A Bio Pescados Jardins conta agora com um charmoso bistrô em seu deck instalado na Alameda Lorena, (SP) onde as pessoas podem saborear o melhor da culinária amazonense, combinando a grande variedade de pescados da região com ingredientes típicos como tucupi, açaí, farinha de Uarini, castanhas e pimentas que trazem a diversidade e riqueza dos […]

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A Bio Pescados Jardins conta agora com um charmoso bistrô em seu deck instalado na Alameda Lorena, (SP) onde as pessoas podem saborear o melhor da culinária amazonense, combinando a grande variedade de pescados da região com ingredientes típicos como tucupi, açaí, farinha de Uarini, castanhas e pimentas que trazem a diversidade e riqueza dos sabores do Norte do país.

Um dos destaques do Bio Bistrô é a sua conexão regional. Toda a sua linha de peixes, especiarias e ingredientes são, em sua maioria, nativos do Norte do Brasil e provenientes de pequenas e médias empresas locais.

Os peixes do Amazonas como o tambaqui, pirarucu, filhote, tucunaré, traíra e dourada, até peixes mais exclusivos como aruanã, curimatã, jaú, cubiu, piramutaba, pirara, surubim e sardinha são processados pelo frigorífico Bio Pescados da Amazônia que fica à beira do Rio Solimões, no município de Iranduba.

Vitrine das comunidades ribeirinhas

Porém seu principal atributo é que os peixes “são capturados de forma totalmente artesanal por comunidades ribeirinhas que os pescam em rios como Solimões, Purus, Juruá, Madeira e Amazonas e em reservas como a Mamirauá, entre outras. Por meio desse sistema, todo peixe processado pela empresa tem sua origem rastreável, o que permite à Bio garantir a qualidade dos produtos que oferece em todo o País e no Exterior”, assegura a empresa por meio de um comunicado.

Vídeo: Bio Pescados, reprodução do Facebook

O outro sócio da Bio Pescados Jardins e proprietário da Bio Pescados da Amazônia, Armando Correa, tem vasta experiência de mais 15 anos com pescados na região e nos três meses do ano de pesca autorizada para a maioria das espécies, sua indústria chega a processar 70 toneladas de peixe diariamente, entregue pelos ribeirinhos.

A Bio Pescados Jardins é uma vitrine para estes pequenos produtores, tanto na exposição dos pescados para os clientes que visitam a loja, quanto para distribuição desses peixes superexclusivos para Food Service, atendendo grandes chefs, restaurantes e hotéis desde a inauguração da loja em dezembro de 2021.

A proposta culinária

 “Criamos um espaço aconchegante para oferecer um cardápio regional para difundir as peculiaridades e sabores do Norte e produtos de outras regiões. Em nosso empório reunimos um mix que inclui uma grande variedade de peixes e iguarias pouco conhecidas em São Paulo e que agora podem ser combinadas e degustadas no Bio Bistrô, nas receitas assinadas pelo chef amazonense Paulo Fortunato”, revela Gustavo Pedrosa, sócio da loja Bio Pescados Jardins.

Para a estreia, o Bio Bistrô conta com um menu de quitutes regionais, perfeitos para o happy hour. Para quem gosta de petiscar, há sugestões como o Bolinho de Pirarucu Seco, que traz uma releitura amazônica do bolinho de bacalhau português, Patinhas de Caranguejo, Pastéis de Vatapá, as deliciosas Sardinhas da Amazônia Fritas, Mojica de Peixe Amazônico e o irresistível Camarão Empanado com Tapioca que vem com uma crosta crocante feita com a farinha trazida de Manaus.

Já, para quem quer aprofundar a viagem pelos sabores amazonenses, a proposta é começar com a famosa Banda de Tambaqui que vem assada e acompanhada com o Baião de Dois da casa.

Outras delícias que o Chef criou especialmente para serem servidas no novo espaço são a Moqueca de Filhote com Camarão Rosa do Pará, a caldeirada Paraense no Tucupi com Jambu e o cremoso Risoto de Cogumelos Yanomami. E para completar essa experiência e torná-la mais gostosa, tem ainda a Tortinha de Cupuaçu, o Pudim de Leite com Cumaru e saborosíssimo Açaí Orgânico do Pará, uma das atrações da Bio Pescados Jardins.

Para acompanhar o cardápio, a casa oferece uma seleta carta de vinhos brasileiros do sul, sucos típicos e cervejas artesanais. “Nosso cardápio tem a ambição de unir o Oiapoque ao Chuí, harmonizando pratos e sobremesas com produtos regionais de alta gastronomia como o azeite Potenza Blend Frutado, único azeite brasileiro a conquistar Prêmio Mario Solinas, o Oscar dos azeites”, explica.

Fotos: Divulgação Bio Pescados/ assessoria

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Arte salvaguarda contra pesca de arrasto https://www.focandonopositivo.com.br/arte-salvaguarda-contra-pesca-de-arrasto/ https://www.focandonopositivo.com.br/arte-salvaguarda-contra-pesca-de-arrasto/#respond Wed, 16 Aug 2023 21:29:41 +0000 https://www.focandonopositivo.com.br/?p=4905 A pesca de arrasto junto à costa destrói a possidônia oceânica, planta marinha que fornece oxigénio ao mar, e devasta todo o ecossistema marinho, com o desaparecimento dos peixes e de todo o ciclo de vida do mar. Observando o impacto devastador da pesca de arrasto desde a década de 1980, que passou a prejudicar […]

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A pesca de arrasto junto à costa destrói a possidônia oceânica, planta marinha que fornece oxigénio ao mar, e devasta todo o ecossistema marinho, com o desaparecimento dos peixes e de todo o ciclo de vida do mar.

Observando o impacto devastador da pesca de arrasto desde a década de 1980, que passou a prejudicar seu sustento, o pescador italiano Paolo Fanciulli, 63 anos, buscou soluções inovadoras para o problema na vila de Talamone, na costa Sul da Toscana, Itália.

Através da sua Associação ‘La Casa dei Pesci’ – ‘A Casa do Peixe’-, o pescador Paolo conseguiu envolver empresários e artistas na criação de um museu subaquático, onde a beleza das estátuas colocadas no fundo do mar estão impedindo a pesca de arrasto.

O pescador Paulo luta de forma incansável, com a mesma determinação de há 40 anos. Ele sentiu-se sozinho e desanimado, mas também apoiado por muitas pessoas e pelas organizações ambientais internacionais.

 Ele não quer parar, porque o mar é um bem de todos e é fundamental para a nossa sobrevivência”, diz o correspondente da Euronews, Luca Palamara.

“O mar é a minha vida e emocionei-me muito quando tive a ideia de colocar arte no mar, porque se eu tivesse dito a mim mesmo que era melhor continuar a colocar blocos de cimento no mar, talvez você nem estivesse aqui agora. Ninguém me teria ouvido”, diz Fanciulli.

O museu

Paulo conseguiu a doação de 100 blocos de mármore de uma pedreira – que por sinal era a favorita de Michelangelo – e convidou escultores talentosos, como Emily Young, Giorgio Butini, Massimo Lippi, Beverly Pepper entre outros, que esculpiram sereias, guardiões e estruturas que lembram bairros medievais.

E assim criou, colaborativamente em 2013, um museu subaquático, numa simbiose bem-sucedida entre arte e natureza.

Posicionadas em círculo a cerca de 7,5 metros abaixo da superfície, com um obelisco ao centro esculpido pelo artista italiano Massimo Catalani, as esculturas servem como uma barreira física para as redes de arrasto.

Cardumes de peixes passeiam entres as esculturas cobertas de algas e proporcionam uma experiência artística imersiva para mergulhadores.

A estrutura permitiu a restauração da Posidonia, erva marinha essencial para o ecossistema mediterrâneo porque serve de abrigo para ovos de peixes e crustáceos. Consequentemente, outras espécies ressurgiram ao local, como as lagostas.

As visitas ocorrem com hora marcada, em passeios guiados de mergulho ou para mergulhadores autorizados. A iniciativa de Paolo restaurou a vida marinha local e inspira a conservação marinha por meio da arte por outros indivíduos ao redor do mundo.

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