Arquivos moda - Focando No Positivo https://www.focandonopositivo.com.br/tag/moda/ A coragem de enxergar diferente Tue, 15 Jul 2025 18:42:29 +0000 pt-BR hourly 1 https://www.focandonopositivo.com.br/wp-content/uploads/2022/08/cropped-focando-no-positive_lente-32x32.png Arquivos moda - Focando No Positivo https://www.focandonopositivo.com.br/tag/moda/ 32 32 195204525 Como resíduos têxteis viram moda sustentável, renda e reduzem o impacto ambiental https://www.focandonopositivo.com.br/como-residuos-texteis-viram-moda-sustentavel-renda-e-reduzem-o-impacto-ambiental/ https://www.focandonopositivo.com.br/como-residuos-texteis-viram-moda-sustentavel-renda-e-reduzem-o-impacto-ambiental/#respond Thu, 10 Jul 2025 11:20:23 +0000 https://www.focandonopositivo.com.br/?p=7055 Você sabia que mais de 4 milhões de toneladas de resíduos têxteis são descartadas por ano no Brasil? Os dados da Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe ) revelam um lado preocupante da indústria da moda: seu alto potencial de poluição. Mas há boas notícias no horizonte. Um projeto inovador […]

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Você sabia que mais de 4 milhões de toneladas de resíduos têxteis são descartadas por ano no Brasil? Os dados da Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe ) revelam um lado preocupante da indústria da moda: seu alto potencial de poluição.

Mas há boas notícias no horizonte. Um projeto inovador está mudando essa realidade — com criatividade, consciência ambiental e muito protagonismo social.

O que é o Projeto (RE) Estampa?

Criado pelo Instituto Focus Têxtil com o apoio da Brother Brasil e do Istituto Europeo di Design (IED), o projeto (RE) Estampa ensina pessoas a transformar resíduos têxteis em novas peças por meio de técnicas como reestampa, bordado, corte e modelagem. É mais do que reciclagem: é um laboratório de inovação criativa e moda circular.

A iniciativa oferece formação gratuita e une empreendedorismo com sustentabilidade, capacitando novos talentos para o mercado e promovendo soluções conscientes dentro da indústria têxtil.

Moda com propósito e impacto positivo

Durante três meses, cerca de 20 participantes — estudantes de moda e profissionais do setor — mergulharam em aulas teóricas e oficinas práticas. Os encontros abordaram desde a história da estamparia e os fundamentos da moda sustentável até o desenvolvimento de coleções a partir de tecidos que seriam descartados.

Segundo Paulo Akashi, diretor de vendas da Brother, o projeto vai além do cuidado ambiental:

“O (RE) Estampa traz uma nova luz sobre as possibilidades que o upcycling oferece como negócio e geração de renda. É uma ponte entre criatividade, impacto e autonomia.”

Resultados concretos 

A primeira edição do projeto alcançou marcos inspiradores:

-600 kg de resíduos têxteis reaproveitados

-20 novos profissionais capacitados

-Peças criadas com técnicas de estamparia digital e modelagem sustentável

-Apresentações em eventos do setor, com forte visibilidade institucional.

Para Beatriz Pimentel, coordenadora de projetos do Instituto Focus Têxtil, a proposta promove uma transformação verdadeira:

“O (RE) Estampa é um caminho para um futuro mais ético e responsável na moda brasileira. Ele ressignifica materiais e desafia os participantes a criarem soluções inovadoras com propósito.”

Por que isso importa?

A moda é uma das indústrias mais poluentes do mundo — mas também uma das que mais têm potencial de transformação. Iniciativas como o (RE) Estampa mostram que é possível unir design, sustentabilidade e impacto social.

Além de evitar o desperdício, o projeto estimula a economia circular, fortalece o empreendedorismo e inspira novos olhares sobre o consumo e a criação de moda no Brasil.

Por tanto, o reaproveitamento de resíduos têxteis pode gerar impacto positivo real — tanto para o meio ambiente quanto para a vida das pessoas.

Com informação da assessoria de imprensa.

Fotos: Instituto Focus Têxtil

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Moda reinventada: O impacto das mudanças climáticas e da tecnologia https://www.focandonopositivo.com.br/moda-reinventada-o-impacto-das-mudancas-climaticas-e-da-tecnologia/ https://www.focandonopositivo.com.br/moda-reinventada-o-impacto-das-mudancas-climaticas-e-da-tecnologia/#respond Wed, 19 Mar 2025 11:39:25 +0000 https://www.focandonopositivo.com.br/?p=6793 Até algumas décadas atrás, as estações do ano seguiam um ciclo previsível: primavera e verão eram sinônimos de calor, enquanto outono e inverno traziam temperaturas mais frias. Esse padrão climático ditava o ritmo da indústria da moda, que lançava suas coleções de acordo com as variações sazonais. Nos últimos anos, no entanto, as mudanças climáticas […]

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Até algumas décadas atrás, as estações do ano seguiam um ciclo previsível: primavera e verão eram sinônimos de calor, enquanto outono e inverno traziam temperaturas mais frias. Esse padrão climático ditava o ritmo da indústria da moda, que lançava suas coleções de acordo com as variações sazonais.

Nos últimos anos, no entanto, as mudanças climáticas alteraram esse cenário, provocando ondas de calor e frio fora de época.

O impacto no setor de moda é significativo: varejistas enfrentam estoques desatualizados e dificuldades para atender às novas demandas dos consumidores. 

Camadas de roupas ajustáveis

Para driblar essa incerteza, a Lojas Renner (LREN3) adotou uma nova estratégia. Segundo o CEO Fábio Faccio, a empresa flexibilizou suas coleções, investindo em peças versáteis para diferentes temperaturas e permitindo sobreposições.

Em vez de casacos robustos, a aposta agora está em camadas ajustáveis, como blusas leves que podem ser combinadas conforme a necessidade do cliente.

“Na moda, buscamos nos adaptar às mudanças nos hábitos das pessoas, que são influenciados pelo clima. Quando ocorrem ondas de calor em períodos tradicionalmente mais frios, ou frio intenso em épocas que deveriam ser quentes, precisamos de maior flexibilidade nas coleções”, afirma Faccio

O setor da moda está diante de um novo desafio: equilibrar estilo, conforto e adaptação ao impacto das mudanças climáticas. Marcas que souberem inovar e oferecer produtos que acompanhem essas transformações terão vantagem competitiva em um mercado cada vez mais imprevisível.

Práticas sustentáveis

Em 2022, a varejista reforçou seu compromisso com a sustentabilidade, lançando um plano de descarbonização até 2050, abrangendo não apenas suas operações diretas, mas também toda a sua cadeia de fornecedores.

Tecnologia impulsionando a moda

Outro fator essencial para a transformação da moda é o uso de tecnologia. A Renner vem investindo fortemente em inteligência artificial (IA) para aprimorar a experiência do consumidor e otimizar suas coleções.

Segundo o CEO, Fábio Faccio, a empresa utiliza IA para analisar tendências vindas das passarelas, redes sociais, cultura pop e comportamento de consumo.

“A tecnologia nos ajuda a identificar, entre milhares de tendências, quais têm maior potencial de serem adotadas pelos nossos clientes. A IA filtra e organiza essas informações, permitindo que a equipe tome decisões mais estratégicas na criação das coleções”, explica Faccio.

Além disso, a automação logística e a IA ajudam a prever a demanda de cada peça, definindo quais modelos terão maior aceitação em cada cidade, ajustando a grade de tamanhos e otimizando os estoques para evitar desperdícios.

Em 2024, a Renner investiu R$ 680 milhões em tecnologia, dados e infraestrutura. Para 2025, a previsão é de R$ 850 milhões, consolidando o uso da inovação para impulsionar a sustentabilidade e a competitividade da marca no setor da moda.

Com informação da Money Times

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A Fast Fashion e seu impacto ambiental https://www.focandonopositivo.com.br/a-fast-fashion-e-seu-impacto-ambiental/ https://www.focandonopositivo.com.br/a-fast-fashion-e-seu-impacto-ambiental/#respond Tue, 04 Feb 2025 20:20:02 +0000 https://www.focandonopositivo.com.br/?p=6737 A fast fashion tem ganhado destaque nas discussões sobre sustentabilidade na moda e impacto ambiental da indústria têxtil. Esse modelo de produção rápida e de baixo custo permite que tendências das passarelas cheguem rapidamente às lojas. No entanto, esse ritmo acelerado tem um custo ambiental elevado, afetando o consumo de água, a emissão de poluentes […]

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A fast fashion tem ganhado destaque nas discussões sobre sustentabilidade na moda e impacto ambiental da indústria têxtil. Esse modelo de produção rápida e de baixo custo permite que tendências das passarelas cheguem rapidamente às lojas. No entanto, esse ritmo acelerado tem um custo ambiental elevado, afetando o consumo de água, a emissão de poluentes e a geração de resíduos têxteis.

Neste artigo, vamos explorar como a fast fashion impacta o meio ambiente, os principais desafios dessa indústria e soluções para um consumo mais consciente.

O que é Fast Fashion?

O termo fast fashion refere-se à produção acelerada de roupas a preços acessíveis, copiando os estilos mais recentes da moda. Esse modelo envolve design, produção, distribuição e marketing rápidos, permitindo que os varejistas lancem novas coleções frequentemente. Porém, o impacto ambiental desse modelo é significativo e muitas vezes ignorado pelos consumidores.


Impacto ambiental

De acordo com o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, a indústria da moda é a segunda maior consumidora de água e responde por cerca de 10% das emissões globais de carbono, superando os impactos combinados dos voos internacionais e do transporte marítimo.

1. Consumo excessivo de água

A produção têxtil exige grandes quantidades de água. Para fabricar uma camisa de algodão, são necessários aproximadamente 700 galões de água, enquanto um par de jeans consome cerca de 2.000 galões.

Além disso, o tingimento têxtil é um dos maiores poluentes hídricos do mundo, com resíduos frequentemente despejados em rios e lagos sem tratamento adequado.

2. Poluição por microplásticos

A maioria das marcas de fast fashion utiliza fibras sintéticas como poliéster, nylon e acrílico, que levam centenas de anos para se decompor. Um estudo da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN) estimou que 35% dos microplásticos encontrados nos oceanos vêm da lavagem de tecidos sintéticos.

Além disso, a produção de couro tem um impacto ambiental severo. O processo de curtimento utiliza produtos químicos tóxicos, como sais minerais e formaldeído, que contaminam solos e fontes de água.

3. Alto consumo de energia e poluição

A indústria têxtil depende fortemente de energia não renovável. A produção de fibras plásticas exige grandes quantidades de petróleo e libera substâncias poluentes, como cloreto de hidrogênio. Além disso, o cultivo de algodão requer pesticidas prejudiciais à saúde dos agricultores e ao meio ambiente.

Como minimizar os danos ambientais?

Para minimizar os danos ambientais da moda, é essencial investir em tecidos sustentáveis. Algumas alternativas incluem:

✔ Algodão orgânico – cultivado sem pesticidas e com menor consumo de água.

✔ Linho e cânhamo – tecidos naturais e biodegradáveis.

✔ Liocel (Tencel) – fibra produzida a partir da polpa de madeira, utilizando menos recursos naturais.

Além disso, práticas como consumo consciente, moda circular e a reutilização e reciclagem de roupas são fundamentais para reduzir o impacto da fast fashion no meio ambiente.

Se você quer adotar um estilo mais sustentável, comece pesquisando marcas responsáveis e optando por um consumo mais consciente!

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Fotos: FG Conscious Fashion, Internet

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Cortiça: O tesouro sustentável de Portugal https://www.focandonopositivo.com.br/cortica-o-tesouro-sustentavel-de-portugal/ https://www.focandonopositivo.com.br/cortica-o-tesouro-sustentavel-de-portugal/#respond Sat, 09 Nov 2024 00:08:51 +0000 https://www.focandonopositivo.com.br/?p=6520 Durante nossa visita a Lisboa e Sintra, algo único chamou a atenção da equipe de Focando no Positivo: a cortiça! Essa matéria-prima, tão valorizada em Portugal, estava em tudo que é lugar – desde bolsas e carteiras até chapéus, sapatos e até pequenos cofres! O orgulho dos portugueses ao falar sobre a cortiça é evidente […]

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Durante nossa visita a Lisboa e Sintra, algo único chamou a atenção da equipe de Focando no Positivo: a cortiça! Essa matéria-prima, tão valorizada em Portugal, estava em tudo que é lugar – desde bolsas e carteiras até chapéus, sapatos e até pequenos cofres!

O orgulho dos portugueses ao falar sobre a cortiça é evidente e tem motivo: o país é o maior exportador mundial dessa maravilha natural, usada há séculos na produção de rolhas dos melhores vinhos do mundo.

Sobreiro

Mas a cortiça vai muito além das rolhas!

Ela se transformou em matéria-prima para acessórios de moda lindíssimos e funcionais.

E, além do charme, é também símbolo de um compromisso com a sustentabilidade que faz nossos corações baterem mais forte.

Mas o que é a cortiça, afinal?

Ela vem da casca do sobreiro, uma árvore tão especial que é considerada símbolo nacional e protegida com afinco. Ninguém pode cortar um sobreiro em Portugal, e a colheita da cortiça é feita sem machucar a árvore, o que a torna um recurso totalmente renovável.

Para quem gosta de moda sustentável e produtos diferenciados, separamos

Motivos para escolher um acessório de cortiça:

1-Natural e orgânica:

A cortiça é natural. É a essência pura da arvore Sobreiro.

2- Sustentável:

Com uma vida útil que ultrapassa 150 anos, o Sobreiro fornece cortiça mais de 50 vezes durante sua vida. É uma riqueza que passa de geração em geração.

Não é à toa que a cortiça é motivo de orgulho para os portugueses

3. Leve como uma pena:

Mais de 50% do volume da cortiça é ar. A cortiça pesa apenas 0,16g por centímetro cúbico. 

4. É elástica e resistente:

A cortiça aguenta enormes pressões sem quebrar, limitando-se a esticar e a voltar ao formato original quando a pressão deixa de existir. É a chamada memória elástica. A sua resistência resulta dessa compressibilidade e elasticidade – é o único sólido que pode ser comprimido num dos lados mantendo o seu formato original no outro.

5. Resiste à humidade e é impermeável:

As paredes das células da cortiça são revestidas de suberina e ceróides, propriedades que a tornam praticamente impermeável a líquidos e a gases. Adicionalmente, a sua enorme resistência à humidade permite-lhe evitar a oxidação e apodrecimento e envelhecer sem se deteriorar.

6. Toque suave:

O toque da cortiça é incrível. Quem já segurou um produto de cortiça sabe como é macio e agradável

7. Resiste ao fogo:

A cortiça é um retardador natural de fogo, sendo mais segura em regiões propensas a incêndios.

8. Confortável e hipoalergénica:

As microscópicas almofadas gasosas que formam as suas células fazem da cortiça uma matéria prima extremamemte confortável e com uma capacidade única para absorver os choques e aliviar a pressão sobre as articulações e coluna. 

E ainda mais: a cortiça é inodora e os produtos que a usam não adquirem maus-cheiros. A cortiça não absorve pó e previne alergias.

9. Fácil de limpar:

Devido à sua impermeabilidade, os artigos de cortiça são de limpeza muito fácil. Basta um pano húmido e um detergente de PH neutro como o sabão para fazer o serviço.

A qualidade e beleza da cortiça está garantida independentemente no número de vezes que o produto seja lavado e bem sabemos que não é assim com todos os materiais.

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Calçados Ecológicos: preservando o planeta com estilo https://www.focandonopositivo.com.br/calcados-ecologicos-preservando-o-planeta-com-estilo/ https://www.focandonopositivo.com.br/calcados-ecologicos-preservando-o-planeta-com-estilo/#respond Sat, 02 Sep 2023 17:34:34 +0000 https://www.focandonopositivo.com.br/?p=5024 Imagina você adotando um calçado que incorpora um solado inteiramente produzido a partir de borracha reciclada? E, além disso, considerando que o material de base é composto por roupas vintage resgatadas do destino inevitável do lixo. Se você se sente entusiasmado com essa ideia, você está sintonizado com a visão inspiradora da marca brasileira Insecta […]

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Imagina você adotando um calçado que incorpora um solado inteiramente produzido a partir de borracha reciclada? E, além disso, considerando que o material de base é composto por roupas vintage resgatadas do destino inevitável do lixo.

Se você se sente entusiasmado com essa ideia, você está sintonizado com a visão inspiradora da marca brasileira Insecta Shoes.

Neste mundo movido por tendências passageiras e modas efêmeras, a Insecta Shoes destaca-se como uma marca que vai na contramão dessa cultura descartável. Ao invés de seguir a maré das coleções sazonais, eles apostam em uma abordagem mais consciente, sustentável e atemporal.

Seus produtos são atemporais e não “saem de moda”. Planejam suas
compra de estoque, para minimizar excessos e evitar desperdício. Não retiram nenhum produto de linha antes que o estoque se esgote. Fazem constantemente bazares e vendas de amostras para que os produtos girem.

Reutilização criativa

Nasceram em 2014 transformando roupas de brechó em sapatos, aumentando assim a vida útil dos materiais, relatam em seu Site 

“Queremos desmistificar a ideia de que um produto ecológico não pode ser bonito. Ecosexy é a união da ética com a estética.”, disse Barbara Mattivy – co-fundadora e CEO

À medida que crescemos, começamos a transformar garrafas plásticas em tecido, e borracha reciclada em solado, completou.

A marca tem a habilidade de dar vida nova a materiais que, de outra forma, seriam desperdiçados. Eles não apenas reutilizam roupas vintages, evitando que essas peças únicas acabem no lixo, mas também as transformam em calçados modernos e estilosos.

Sustentabilidade em cada passo

Além da reutilização de roupas, a Insecta Shoes se compromete com a sustentabilidade em todas as etapas do processo de produção. Os solados são feitos a partir de borracha reciclada, reduzindo ainda mais o impacto ambiental.

Cada par de sapatos é uma pequena vitória na luta contra o desperdício e a poluição, pelo feito são a primeira marca de calçados do Brasil a se tornar empresa B certificada, e a 2ª de moda.

Essa certificação garante que cumprem com os mais altos padrões de impacto social e ambiental.

Enquanto marcas de fast fashion contribuem para agravar o impacto, a Insecta lidera um modelo de gestão que gera resultado econômico com baixo impacto ambiental e responsabilidade social.

Conforto e estilo unidos

E não pense que, por serem ecologicamente corretos, os sapatos da Insecta são menos confortáveis ou menos estilosos. Pelo contrário, a marca combina o melhor dos dois mundos: calçados confortáveis e com um design que segue as tendências atuais, sem estar preso a elas.

A Insecta lista entre seus valores:

  • Não abrimos mão da estética.
  • Acreditamos que essência é sempre maior que tendência.
  • Não sacrificamos nenhum ser vivo para fins estéticos.

Fotos: Reprodução do Site da Insecta

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Moda de aluguel e revenda de luxo está em ascensão https://www.focandonopositivo.com.br/moda-de-aluguel-e-revenda-de-luxo-esta-em-ascensao-descubra-o-motivo/ https://www.focandonopositivo.com.br/moda-de-aluguel-e-revenda-de-luxo-esta-em-ascensao-descubra-o-motivo/#respond Mon, 14 Aug 2023 15:38:26 +0000 https://www.focandonopositivo.com.br/?p=4883 O mercado de aluguel e revenda tem um grande potencial de crescimento. De acordo com um estudo da Bloomberg Intelligence, esse mercado pode quintuplicar até 2025, com foco na revenda. Um resultado que “ultrapassaria significativamente” a taxa de crescimento esperada para o mercado de roupas novas. O estudo acrescenta que “os modelos de negócios circulares têm […]

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O mercado de aluguel e revenda tem um grande potencial de crescimento. De acordo com um estudo da Bloomberg Intelligence, esse mercado pode quintuplicar até 2025, com foco na revenda. Um resultado que “ultrapassaria significativamente” a taxa de crescimento esperada para o mercado de roupas novas.

O estudo acrescenta que “os modelos de negócios circulares têm potencial para representar até 23% do mercado global de moda até 2030, impulsionados pela crescente conscientização do consumidor sobre sustentabilidade e pela pressão inflacionária, que pressiona o poder de compra”.

Para as marcas, isso significa que aquelas sem habilidades específicas de revenda por meio de suas próprias operações ou por meio de um parceiro podem acabar vendo a maioria das vendas sendo realizadas por meio de sites de segunda mão, de consumidor a consumidor (C2C), algo que pode ser visto tanto na extremidade superior, quanto inferior da escala de preços.

Por exemplo, a Zara, da Inditex, anunciou o lançamento de seu modelo de negócios de revenda no ano passado, com o Reino Unido como mercado de teste inicial.

Isso aconteceu depois de ter sido uma das marcas mais listadas no Depop em 2021, dando uma grande contribuição para a plataforma de revenda, com 50,1 milhões de libras em receita. A sua entrada no mercado de revenda é claramente um sinal de que a Inditex percebeu o enorme potencial do negócio.

O relatório da Bloomberg Intelligence, “Global Apparel the Rise of Rental, Resale and Repair”, analisa como as empresas de vestuário e calçados estão desenvolvendo modelos operacionais para abordar questões de sustentabilidade relacionadas à moda. 

O relatório cita que 39.000 toneladas métricas de roupas são despejadas no deserto chileno de Atacama e 15 milhões de roupas chegam semanalmente a Accra, capital de Gana, e afirma que “a pressão regulatória está aumentando para resolver o problema do desperdício em todas as fases do ciclo de vida do produto”. 

Novos fluxos de receita

E o aluguel e a revenda, em particular, “oferecem uma oportunidade para os varejistas de ponta desenvolverem seus próprios recursos de segunda mão para capturar novos fluxos de receita, bem como novos clientes, enquanto a fast fashion pode sair de cena”. 

A Bloomberg Intelligence baseia sua previsão de um aumento de cinco vezes no mercado nas estimativas da GlobalData e cita a proliferação de iniciativas em marcas, bem como a ascensão dos especialistas em aluguel ou revenda, ThredUp, Poshmark e The RealReal. Claro, também poderia ter citado nomes como Reflaunt, Hurr ou Dotte, que estão tendo um grande impacto.

Grace Osborne, analista associada sênior de ESG da Bloomberg Intelligence, diz: “Empresas sem habilidades de revenda próprias ou de parceiros podem correr o risco de perder vendas para sites de segunda mão consumidor para consumidor (C2C), como Poshmark, Depop, Vinted e TheRealReal”.

A Zara foi uma das marcas mais listadas no Depop em 2021, contribuindo para a receita de 50,1 milhões de libras da plataforma de revenda. A marca espanhola lançou a sua própria plataforma, pré-propriedade, para capturar esse fluxo de receita. A H&M teve um aumento de 85% na receita de sua parceria de revenda com a Sellpy, visando 90 milhões de euros em revendas em 2023.

“Os varejistas que desenvolvem suas próprias plataformas de revenda podem obter um fluxo de receita, enquanto aqueles que ficam para trás correm o risco de ver as vendas se estabilizando nas plataformas C2C”.

Luxo: mais clientes que não podem pagar

De acordo com o relatório, “a revenda é uma oportunidade para as marcas de luxo adquirirem clientes que não podem mais pagar alguns preços, gerando novas receitas.

A Kering adquiriu uma participação de 5% na plataforma de revenda Vestaire Collective como parte de uma estratégia para atrair consumidores mais jovens e preocupados com o meio ambiente.

As identidades digitais serão fundamentais na revenda de luxo, e a Chloé, de propriedade da Richemont, lançou identidades de produtos que permitem ‘revenda instantânea’, com autenticidade e credenciais ecológicas, fundamentais para evitar riscos de falsificação”.

O estudo da Bloomberg também ecoa outros que dizem que o luxo tem uma oportunidade única na revenda porque é “sinônimo de longevidade e qualidade, ao contrário da fast fashion.

A Vestaire baniu a fast fashion da plataforma, afetando 5% das marcas ofertadas, para aumentar a margem e desafiar os varejistas que produzem em excesso.

Desvincular o crescimento da receita e da produção deve ser um dos principais objetivos de revenda, com um crescimento financeiro procedente de um menor uso de recursos, conforme almejado pela Ralph Lauren”.

E, claro, além de os consumidores estarem focados na revenda e no aluguel, exista aquela pressão regulatória que torna a revenda e o aluguel cada vez mais imperativos.

A estratégia da UE para têxteis sustentáveis ​​e circulares propõe que, até 2030, os têxteis que entrarem na UE sejam duráveis, reparáveis e recicláveis.

Priorize sua saúde!

Experimente o Café 100% Arábica

hoje mesmo 

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Algas Marinhas: o segredo da moda sustentável https://www.focandonopositivo.com.br/algas-marinhas-o-tecido-do-futuro/ https://www.focandonopositivo.com.br/algas-marinhas-o-tecido-do-futuro/#respond Wed, 12 Jul 2023 01:20:28 +0000 https://www.focandonopositivo.com.br/?p=4598 Você usaria um vestido feito de algas marinhas? À medida que a indústria da moda aumenta seus esforços para reduzir seu impacto no planeta, as algas surgem como uma alternativa mais sustentável ao algodão e ao poliéster, graças à sua capacidade de absorver dióxido de carbono da atmosfera. Um estudo de 2019 descobriu que elas […]

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Você usaria um vestido feito de algas marinhas? À medida que a indústria da moda aumenta seus esforços para reduzir seu impacto no planeta, as algas surgem como uma alternativa mais sustentável ao algodão e ao poliéster, graças à sua capacidade de absorver dióxido de carbono da atmosfera. Um estudo de 2019 descobriu que elas podem absorver até 20 vezes a quantidade de CO2 das plantas.

“As algas crescem abundantemente em seu habitat natural, e as nossas são colhidas por meio de um processo regenerativo suave, mantendo seu valor ecológico”, diz Amanda Parkes, diretora de inovação da Pangaia, marca que introduziu algas marinhas em suas coleções em 2019, à Vogue. “A fibra resultante é completamente biodegradável.”

Não são apenas etiquetas como a Pangaia que reconhecem os benefícios das algas marinhas. Scarlett Yang, formada pela Central Saint Martins, em Londres, e vencedora do prêmio Maison/0 Green Trail da LVMH, combina algas com outros materiais do oceano para criar suas fabricações de base biológica impressas em 3D. 

“As qualidades e características naturais das algas e outros materiais biológicos nos permitem projetar tendo em mente o ciclo de vida do material”, explica a designer.

“É um material muito versátil; podemos fabricar designs intrincados em formas, texturas e cores com nossos processos criativos digitais.”

Ainda assim, continua sendo um desafio usar algas marinhas em grande escala – tanto no que diz respeito ao fornecimento quanto à proeza tecnológica necessária para transformar algas em têxteis.

Atualmente, a Pangaia está misturando a sua fibra de algas com algodão até atingir o seu objetivo de criar uma fibra 100 por cento de algas. Enquanto isso, empresas como a Living Ink Technologies, que produz tintas e pigmentos para colorir tecidos, ainda estão em um estágio inicial.

Na industria da beleza também

Além da moda, as algas marinhas também estão se tornando cada vez mais populares na indústria da beleza. A linha de cuidados com a pele da Haeckels é baseada em algas marinhas que são colhidas manualmente.

“As algas são conhecidas por suas propriedades antioxidantes e curativas, tornando-as o ingrediente perfeito para a pele”, explica Charlie Vickery, diretor administrativo da marca. “Elas são usadas em rituais de banho há séculos, e nosso objetivo é aproveitar esse poder e transformá-lo em remédios progressivos para a pele.”

Para ajudar a ampliar o uso das algas em vários setores, Karen Scofield-Seal, juntamente com o cofundador Dr. Charlie Bavington, criou a Oceanium em 2018. “Desenvolvemos uma tecnologia verde que transforma algas marinhas cultivadas em ingredientes naturais para beleza, alimentos e produtos materiais”, explica Scofield-Seal, que recentemente ganhou o Bold Future Award da Veuve Clicquot.

“Esta tecnologia maximiza o valor das algas – a soma das partes é maior do que o todo – permitindo que a Oceanium pague um bom preço pelas algas cultivadas e que os agricultores cresçam.”

Com as algas também sendo usadas para desenvolver embalagens de base biológica, fica claro o quão versáteis elas podem ser – com os benefícios sentidos pelas pessoas e pelo planeta. “Estamos apenas começando a revelar seu verdadeiro potencial”, diz Vickery para à Vogue.

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Economia circular: Jovens inovam com conserto e customização de tênis https://www.focandonopositivo.com.br/economia-circular-jovens-inovam-com-conserto-e-customizacao-de-tenis/ https://www.focandonopositivo.com.br/economia-circular-jovens-inovam-com-conserto-e-customizacao-de-tenis/#respond Mon, 26 Jun 2023 19:54:43 +0000 https://www.focandonopositivo.com.br/?p=4415 Inovar, renovar, reutilizar: a economia circular é uma das soluções mais eficientes para garantir o desenvolvimento sustentável. Um exemplo é manter os produtos e materiais em uso. Nesse sentido, dois jovens de Curitiba (PR) conseguiram unir uma paixão ao trabalho e criaram um espaço especializado em conserto, lavagem e customização de tênis. “A gente brinca […]

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Inovar, renovar, reutilizar: a economia circular é uma das soluções mais eficientes para garantir o desenvolvimento sustentável. Um exemplo é manter os produtos e materiais em uso. Nesse sentido, dois jovens de Curitiba (PR) conseguiram unir uma paixão ao trabalho e criaram um espaço especializado em conserto, lavagem e customização de tênis.

“A gente brinca que somos os ‘sapateiros gourmet'”, falou Rafael Medeiros, um dos idealizadores do serviço.

A ideia saiu do papel em 2019 e se concretizou nestes quase quatro anos como a fonte de renda de Rafael e Carlos Eduardo Demitrow, ambos com 24 ano

Segundo Carlos, tudo começou com os amigos conversando sobre a necessidade de terem esse serviço para os próprios tênis.

Eles perceberam que muitas pessoas descartavam os calçados ou deixavam de usar por conta de pequenos problemas que poderiam ser reparados. Foi então que surgiu a proposta.

“Eu já gostava de cuidar do meu tênis, o Rafa também, deixar o tênis bonito, aí falamos de fazer o negócio”, disse.

Carlos Eduardo Demitrow, Lucas Henrique Ribeiro e Rafael de Souza Medeiros. — Foto: Giuliano Gomes/PR-Press

Microempreendedores

A dupla buscou referências em uma empresa paulista e de outros lugares do mundo, começaram a consertar calçados dos amigos e familiares e transformaram o empreendimento em uma renda extra.

Então, conforme foram ganhando clientes, largaram os outros empregos para se dedicarem totalmente ao próprio negócio, que fica em uma casa cedida pela avó de Carlos no bairro Tingui em Curitiba.

Fotos: Instagram @mdsneakercompany

Assim nasceu MD Sneaker Company, especializada em lavagem, reforma e customização de calçados.  Oferecem serviço de coleta e entrega, além disso atendem cliente em todo Brasil.

Consumo consciente

De acordo com Lucas Hann, coordenador Estadual de Mercado e Varejo do Sebrae-PR, o serviço prestado por Carlos e Rafael está ligado ao consumo consciente, a economia “second hand”, um modelo econômico baseado na compra, venda, troca e reutilização de produtos usados, que tem como objetivo prolongar a vida útil dos produtos.

O trabalho do Rafael e Carlos, a rigor, não é inovador porque, conforme o professor de empreendedorismo e inovação na Universidade Federal do Paraná (UFPR), Cleverson Renan da Cunha, o serviço existe há muito tempo.

Contudo, a inovação também ocorre quando uma ação se mostra nova para uma geração, para um público diferente.

“Esse carinho que eles estão dando, principalmente na questão da customização… Porque, lavar, outras empresas lavam; consertar, outras empresas consertam, mas eles estão fazendo isso no nível pouco diferenciado”, afirmou o professor.

Carlos Eduardo Demitrow, fundador da MD Sneaker Company — Foto: Giuliano Gomes/PR-Press

Cuidar para durar mais

Rafael e Carlos trabalham com reparos, desde costuras e colagens, até substituições de peças como solas desgastadas. Além disso, oferecem um serviço de lavagem profissional, deixando os tênis com aspecto de novos.

Na customização, o cliente pode personalizar o par de acordo preferências e estilo próprios, escolhendo desde cores e estampas até detalhes mais elaborados.

Fotos: Instagram @mdsneakercompany

Essa possibilidade de transformar um tênis comum em um modelo único é um grande diferencial.

Fotos: Instagram @mdsneakercompany

Para o professor, o tênis deixou de ser simplesmente um calçado e virou um objeto de coleção e expressão da identidade de cada um.

“Super indico”

Carlos conta que os amigos buscaram divulgar o trabalho através de influenciadores digitais e com a internet, mas ressalta que, no caso deles, o “boca a boca” foi o mais eficiente. Seus clientes acostumam deixar comentários na sua conta no Instagram, tipo “super indico”.

Eles não trabalham sozinhos, a local conta com mais dois funcionários, o Walan Miranda e Lucas Henrique Ribeiro.

“A gente tinha 19 anos quando começamos, a gente não sabia praticamente nada e tudo fomos aprendendo conforme as coisas iam indo”, disse Rafael.

O serviço de delivery foi uma aposta acertada, na avaliação de Rafael. Com a comodidade de poder solicitar os serviços sem sair de casa, os clientes têm encontrado praticidade e agilidade no atendimento.

Basta entrar em contato por telefone ou através do site para agendar a coleta dos tênis e receber um orçamento personalizado e on-line.

Após o conserto ou customização, os calçados são devolvidos ao cliente no endereço indicado.

Fotos: Instagram @mdsneakercompany

Também doam para quem necessita

Em 2022, a dupla reformou 1.400 pares. Rafael contou que entre esses pares está um tênis que custava R$ 25 mil.

Carlos conta que, muitas vezes, o orçamento para reforçar o calçado não compensa para o cliente. Então, se o cliente deseja se desfazer do objeto, eles aceitam o calçado velho, reformam e doam para outras pessoas que necessitam.

A dupla também ensina como manter os calçados com uma vida útil mais longa, além de venderem produtos especializados para limpeza.

FLucas Henrique Ribeiro, funcionário da MD Sneaker Company — Foto: Giuliano Gomes/PR-Press

Mantenha com orgulho os sapatos que você tem, reduza as novas compras ao mínimo e faça isso com aquele entusiasmo contagiante que irradia alegria. Porque tudo o que precisamos agora em maior quantidade são árvores, pássaros e abelhas – e não sapatos

AGORA ME DIZ

Você cuida dos seus sapatos e roupas?

Deixe seu comentário, vou adorar saber a sua opinião. E nos acompanhe também no Instagram @focandonopositivo.  

Até a próxima!

Com informação do G1

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Rede de brechó infantil cresce com adeptos ao consumo consciente https://www.focandonopositivo.com.br/rede-de-brecho-infantil-cresce-com-adeptos-ao-consumo-consciente/ https://www.focandonopositivo.com.br/rede-de-brecho-infantil-cresce-com-adeptos-ao-consumo-consciente/#respond Wed, 07 Jun 2023 20:44:29 +0000 https://www.focandonopositivo.com.br/?p=4253 Os brechós de roupas e itens infantis multiplicaram pelos últimos anos, tanto em lojas físicas quanto no modelo on-line através do e-commerce. Além disso, essa modalidade possibilita ao comprador economia e consumo consciente de roupas, pois sabemos que crianças e bebês crescem em uma velocidade mais rápida, fazendo com que roupas se percam facilmente, muitas […]

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Os brechós de roupas e itens infantis multiplicaram pelos últimos anos, tanto em lojas físicas quanto no modelo on-line através do e-commerce.

Além disso, essa modalidade possibilita ao comprador economia e consumo consciente de roupas, pois sabemos que crianças e bebês crescem em uma velocidade mais rápida, fazendo com que roupas se percam facilmente, muitas vezes nunca usadas, trazendo gastos desnecessários.

Quando compramos uma peça em brechó estamos dando continuidade às roupas que poderiam parar no lixo. Isso evita que o meio ambiente seja exposto a mais materiais difíceis de se decompor. Além disso, menos roupas serão produzidas nas fábricas têxteis, isso faz com que menos substâncias tóxicas sejam despejadas no meio ambiente. Neste ciclo, você auxilia de duas formas a proteger o planeta Terra. Legal, né?

O brechó é uma das atividades mais antigas do mundo e, segundo dados do O Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), estima-se que somente no Brasil existem mais de 118 mil negócios ativos, com crescimento de 30,97% nos últimos cinco anos.

Itens 80% mais baratos

Uma empresa que está em constante inovação e fazendo seus consumidores economizarem de forma sustentável é a Arena Baby onde a maioria dos produtos disponíveis para venda são 80% mais baratos que nas lojas convencionais.

Criada em 2015, a franquia de brechó e outlet infantil foi fundada pelos irmãos Giovanna Domiciano e Flávio Thenório que trouxeram ao Brasil o modelo de negócio inspirado nos famosos Garage Sales, tradição nos Estados Unidos, onde os moradores vendem produtos novos ou nunca usados em suas garagens por um preço abaixo do mercado.

Aquele conceito de brechó antigo, cheio de peças sujas e cheiro ruim já quase não existe mais

Na Arena Baby, o consumidor pode levar peças que não estão mais sendo utilizadas pelos seus filhos, parentes e conhecidos, gerando créditos ou optando por receberem em dinheiro para compra de produtos novos e seminovos na loja.

Encaminhar as peças que não estão mais sendo usadas para brechós significa compartilhar com a comunidade e promover a reutilização e o consumo de forma mais responsável.

Ou seja: consumir de forma mais responsável é evitar comprar peças em excesso e que não serão muito usadas, também é uma forma de poupar a natureza. Antes de comprar, pare e se pergunte se realmente usará a roupa, se ela é de fato necessária. 

Crescimento

Dados divulgados pela Associação Brasileira de Franchising (ABF) mostram que o setor de moda cresceu 7,1% em relação ao mesmo período de 2021 com aumento de 8% nas novas unidades. Em 2022 a Arena Baby teve um faturamento de R$9 milhões, com quase 40 unidades e apresentando um crescimento aproximado de 32%.

A rede é uma opção, tanto para investidores quanto para os consumidores.

Provando o potencial desse mercado, a rede Arena Baby teve R$ 9 milhões de faturamento em 2022

“Este ano lançamos um novo layout de loja, com um conceito inovador, uma vez que toda a comunicação visual traz elementos da natureza, onde além de atuarmos em um negócio com conceito sustentável, conseguimos deixar a loja totalmente integrada à ideia principal”, diz Pedro Cruz, diretor de franquias da marca.

Oportunidade de negócio

Com quatro modelos de negócios: Mega Star, Star, Planet e Moon, as opções de investimentos e tamanhos são diferenciadas, possibilitando a escolha do que melhor se adaptar ao perfil do investidor, potencializando o atendimento e a lucratividade.

Comprar roupas em brechó está se tornando cada dia mais comum

“Temos um suporte diferenciado ao franqueado, acompanhamos todos os detalhes, desde a escolha do melhor modelo de negócio até solidificação da loja. Somente nesse primeiro trimestre, inauguramos 6 unidades pelo país, com recorde de faturamento e nossa expectativa é que em dezembro a Arena Baby tenha 150 unidades ativas” conclui Flávio Thenório, fundador da rede.

AGORA ME DIZ

Já comprou alguma peça usada? E já parou para pensar sobre o seu consumo e o meio ambiente?

Deixe seu comentário, vou adorar saber a sua opinião. E nos acompanhe também no Instagram @focandonopositivo.  

Até a próxima!

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Conheça as camisetas que podem ser recicladas pós-consumo https://www.focandonopositivo.com.br/conheca-as-camisetas-que-podem-ser-recicladas-pos-consumo/ https://www.focandonopositivo.com.br/conheca-as-camisetas-que-podem-ser-recicladas-pos-consumo/#respond Thu, 25 May 2023 14:48:38 +0000 https://www.focandonopositivo.com.br/?p=4098 Quando uma camiseta é feita com uma mistura de poliéster reciclado e algodão orgânico reciclado, a combinação resulta numa peça que entrega conforto. Porém, a característica mais importante a se destacar é que a camiseta pode ser reciclada pós-consumo. Quando a marca não usa materiais reciclados, a opção para algumas linhas é o algodão orgânico, […]

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Quando uma camiseta é feita com uma mistura de poliéster reciclado e algodão orgânico reciclado, a combinação resulta numa peça que entrega conforto. Porém, a característica mais importante a se destacar é que a camiseta pode ser reciclada pós-consumo.

Quando a marca não usa materiais reciclados, a opção para algumas linhas é o algodão orgânico, o qual é intencionalmente cultivado para a produção dos itens importados em áreas de chuva forte para que a irrigação artificial não seja necessária.

Que marca é essa? Pôs é, estou falando da Florence Marine X, marca de roupas e peças utilitárias para esportes de aventura do surfista 2x campeão mundial John John Florence.

A marca aposta em tecnologia e durabilidade sem abdicar da sustentabilidade aplicada em cada peça.

O compromisso

Com a sustentabilidade em pauta, as marcas que possuem compromisso com a responsabilidade ambiental e social ganham cada vez mais notoriedade e a Florence Marine X é uma delas.

Segundo estudo da consultoria Research And Markets, o setor de moda sustentável deve movimentar cerca de US$ 8,2 bilhões em 2023. A expectativa é de que o segmento dobre de faturamento entre 2025 e 2030.

A marca usa materiais reciclados sempre que possível

A marca, representada no Brasil pela BRW Sports Group, acaba de iniciar operação no país e busca através de suas peças tecnológicas, celebrar o oceano, a aventura e, principalmente, a sustentabilidade.

Segundo o diretor de Inovação e Sustentabilidade da Florence Marine X, Bruce Moore “Estamos fazendo o possível para criar materiais que ajudem a preservar os lugares que amamos e exploramos todos os dias.”

Recover: o algodão sustentável

Uma seção da linha de camisetas usa o Recover, um sistema que transforma restos e retalhos de fábrica em fibras recicladas de alta qualidade. Essas fibras são consideradas alguns dos tecidos de menor impacto e ajudam a fechar o ciclo das coisas que fazem.

A fibra de algodão reciclado Recover é a solução de algodão mais sustentável disponível atualmente, de acordo com o índice Higgs MSI. ua.

Transforma resíduos têxteis diretamente dos restos e retalhos de fábrica em fibras recicladas de alta qualidade.

Os têxteis fabricados por meio desse sistema podem passar pelo processo de reciclagem por muitos ciclos de vida e criar produtos duradouros e de alto valor em cada geração sucessiva.

Por fim, as camisetas que fazem com Recover nunca são tingidas duas vezes. Os resíduos têxteis coletados são separados por cores antes de serem convertidos e fiados em novas fibras, economizando energia, evitando poluentes e limitando o uso da água.

Salientou que sempre estão buscando inovar e trazer para o mercado produtos de alta qualidade, durabilidade, que respeitem o meio ambiente. 

Educar ao consumidor

Ao firmar um compromisso com a sustentabilidade, a marca também tem em vista educar o consumidor e ajudá-lo a desenvolver hábitos de consumo mais conscientes.

 “Trabalhar com a moda sustentável tem seus desafios, não só em relação aos custos, mas também ao acesso a materiais sustentáveis. Por isso, além do material reciclado, visamos trabalhar com fornecedores que abraçam a ideia e prezam por iniciativas internas para contribuir com o meio ambiente positivamente”, declara o diretor de Inovação e Sustentabilidade da marca.

A Florence Marine X salienta que sempre está buscando inovar e trazer para o mercado produtos de alta qualidade, durabilidade, que respeitem o meio ambiente.

Com informação da assessoria

Fotos: Florence Marine X

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