Arquivos empreendedorismo - Focando No Positivo https://www.focandonopositivo.com.br/tag/empreendedorismo-2/ A coragem de enxergar diferente Tue, 05 Nov 2024 15:31:57 +0000 pt-BR hourly 1 https://www.focandonopositivo.com.br/wp-content/uploads/2022/08/cropped-focando-no-positive_lente-32x32.png Arquivos empreendedorismo - Focando No Positivo https://www.focandonopositivo.com.br/tag/empreendedorismo-2/ 32 32 195204525 Dança: A jornada inspiradora de Erica Aoto https://www.focandonopositivo.com.br/danca-a-jornada-inspiradora-de-erica-aoto/ https://www.focandonopositivo.com.br/danca-a-jornada-inspiradora-de-erica-aoto/#respond Fri, 01 Nov 2024 20:22:38 +0000 https://www.focandonopositivo.com.br/?p=6470 No final de cada tarde, no Espaco Erica Aoto, no bairro Água Verde em Curitiba, a dança transforma energia em confiança, as pessoas descobrem seu poder, e a mágica acontece. Homens e mulheres chegam animados para aprender novos ritmos, seja para arrasar na balada, se entrosar com a galera ou matar a saudade das músicas […]

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No final de cada tarde, no Espaco Erica Aoto, no bairro Água Verde em Curitiba, a dança transforma energia em confiança, as pessoas descobrem seu poder, e a mágica acontece. Homens e mulheres chegam animados para aprender novos ritmos, seja para arrasar na balada, se entrosar com a galera ou matar a saudade das músicas da sua cidade natal. Mas saem com muito mais do que passos e giros bem ensaiados.

Nesse ambiente acolhedor, a dança se torna uma ferramenta para alinhar corpo e mente, desenvolver autoconfiança e superar limites. Mais do que técnica, as aulas ali promovem uma experiência de leveza e autoconhecimento, incentivando cada aluno a acreditar em si, a se sentir seguro e a curtir a vida de um jeito leve.

Tudo isso graças a Erica Aoto, dançarina, coreógrafa, professora, escritora, enfim artista! Seu foco não está apenas em passar uma coreografia, ela ajuda outras pessoas a descobrirem seu corpo e o que podem fazer com ele. Dança, corpo, movimento e silêncio são as premissas do seu método, porque, afinal, para ela, dançar não é apenas arte. É liberdade, é encontro e é vida.

Os alunos de forró: Adriana Kaiser, Bruna Lersch, Elias Conrado, Fernando Burgos, Katia Kurt, Leonardo Tataren, Marcos Raicosk, Mario Saretta,Yuri Garcia Vaz e a jornalista Dulce Maria Rodriguez com a professora Erica Aoto

Erica é uma dessas pessoas que nasceu para dançar, mesmo que tenha levado um tempo para perceber isso. Nascida e criada em São Paulo (SP), ainda adolescente, ela decidiu que queria uma carreira em Matemática, entrou para a USP e, a princípio, parecia estar tudo certo até, que aos 19 anos entrou numa aula de dança de salão e uma faísca acendeu.

Quando a professora perguntou se tinha gostado, Erica respondeu algo que nem ela sabia que sentia: “Sempre quis fazer isso da vida. Quero ser profissional.” A decisão estava tomada. “Parece que foi meu coração falando sem eu saber”, comenta Erica, lembrando o momento que definiu seu futuro. 

Se lançou em estilos como tango, forró e até dança do ventre, experimentando todas as possibilidades que encontrava na AABB em SP. Mas seu verdadeiro desenvolvimento veio quando decidiu complementar sua formação com o balé clássico – um desafio que encarou com disciplina e perseverança, mesmo quando a realidade era dividir a sala com crianças de 4 a 16 anos, enquanto ela já estava com 19.

Certezas por sonhos

Enquanto fazia faculdade de Matemática durante a semana, nos finais de semana, a verdadeira paixão a esperava nas salas de aula de dança. Ela fez trajetória na dança esportiva e chegou a competir na Argentina, Equador e em diversas regiões do Brasil.

Com o tempo, percebeu que seu futuro não estava nos números e equações. “Sempre que tinha prova, eu travava, não estava feliz. Estava claro que a dança era o que fazia sentido para mim”, desabafa.

Ao decidir trocar a Matemática pela dança, ela também trocou certezas por sonhos. Mas, mesmo com o nervosismo, Erica começou a estagiar, dando aulas de balé para crianças com uma abordagem lúdica e divertida e ganhando seu primeiro salário com algo que amava fazer. 

A sensibilidade para ensinar veio de Simone Fragoso, sua primeira professora de dança de salão, que a incentivou e introduziu ao mundo da didática e da condução de turmas. Apesar de sua família preferir que ele concluísse os estudos, sempre o apoiaram, pois entenderam que a dança era, de fato, o que ela gostava. 

Ela  também fez parte da Companhia de Ritmos Latinos Conexión Caribe, uma das principais de SP, com a qual participou de congressos mundiais de salsa, aprendendo sobre o ritmo, a cultura e história das danças latinas. “Foram anos de treinos intensos e muitas apresentações”, lembrou.

Erica Aoto aprendeu a acreditar, confiar e seguir em frente, mesmo quando o caminho parecia incerto

Descoberta do teatro e resiliência

Após se casar, Erica embarcou em uma nova fase no Rio de Janeiro e precisou se reinventar. Com um espírito determinado, entrou de cabeça na formação em teatro na Faculdade Casa das Artes de Laranjeiras (CAL) e no curso técnico de dança contemporânea na Escola Angel Vianna. Foi um período de descobertas intensas sobre o corpo e o autoconhecimento, mas também de desafios.

Diante das dificuldades no casamento e percebendo que seus sonhos seguiam rumos diferentes dos do marido, o relacionamento chegou ao fim. Foi então que Erica teve que se virar para se sustentar: vendeu risotos, doces, trabalhou como animadora de festas, modelo de maquiagem e bartender.

Mas a dança, sua verdadeira paixão, nunca ficou de lado. Logo, ela estava de volta, ensinando balé para crianças e forró, e construindo uma clientela de alunos particulares.

Entrou em uma companhia de dança, onde passava horas em ensaios que a faziam sentir o pulso da vida artística. Foi um período apertado financeiramente, mas transformador. 

A bordo do navio pela Ásia

Quando as contas não fechavam e a vida parecia pedir uma reviravolta, surgiu uma chance inesperada. Uma amiga mandou uma mensagem sobre uma vaga como professora de dança em um navio, e Erica soube, no instante em que leu, que essa era a oportunidade que estava esperando. Sem hesitar, preparou seu portfólio, fez a entrevista em inglês (um idioma no qual já estava confiante, graças ao amor por aprender novas línguas), e garantiu a vaga.

Em setembro de 2019, embarcou para o Japão e começou a trabalhar em um cruzeiro pela Ásia, onde ensinava dança de salão em inglês para o público chinês. Em seis meses, Erica se viu encantada pela experiência. 

Seu lema é claro: “Se não está bom, mude. E se estiver com medo, vá com medo mesmo.”

Além das aulas, aprendeu italiano e até namorou um italiano – e se dedicou tanto que hoje fala italiano melhor que inglês! A isso somam-se o francês e o espanhol que ela também domina.

Mas, como para muitos, a pandemia de Covid-19 mudou tudo, interrompendo o trabalho no navio e forçando seu retorno à casa dos pais. 

 

A pandemia num livro

A pandemia trouxe uma nova fase para sua vida. Após o fim do relacionamento com o italiano que conheceu no navio, ela começou a expressar suas emoções escrevendo crônicas e até fazendo cursos de escrita criativa.

Nesse processo, um encontro casual durante uma aula de acrobacia levou a uma conexão inesperada: ela foi convidada para um projeto de livro coletivo, onde compartilhou histórias sobre sua experiência no cruzeiro.

 Escreveu o capítulo intitulado “Welcome on board” no livro: “Todos a bordo”  sobre seu trabalho como “Dancing Maestro” mas, essa vivência transformadora foi um divisor de águas, e ela se sentiu inspirada ao ver como suas palavras podiam tocar outras pessoas.

Recomeço em Curitiba

Em meio ao recomeço, veio um novo convite: um amigo DJ que conhecera a bordo do navio a chamou para começar uma nova vida em Curitiba. Assim, com coragem e energia renovada, Erica deu mais um salto, rumo a uma nova etapa, em 2020. Cheia de entusiasmo, ela começou a dar aulas de dança online e fez uma formação em yoga.

No final de 2021, a vida lhe trouxe uma surpresa: reencontrou Whitney Alexander, uma pessoa que havia conhecido em um congresso de forró no dança do Rio de Janeiro hacia 5 anos. Juntos, decidiram se aventurar no circuito competitivo de dança, treinando intensamente.

Ela nos mostra que dançar é muito mais que movimento; é se reconectar, se encontrar e se abrir para o melhor de si.

Esse esforço valeu a pena: o par conquistou o Campeonato Nordestino de Forró e são bicampeões brasileiros de forró.

Com a visibilidade das competições, ela passou a ter mais espaço e alunos em Curitiba.

Método e espaço próprio

Após mergulhar em áreas como teatro, dança contemporânea e yoga, Erica trouxe todo esse repertório para transformar suas aulas de dança de salão em algo único. Ela optou por empreender com seu método no seu proprio espaço.

São turmas com até 14 alunos, para garantir um olhar afiado nas suas aulas de forró. Além de oferecer outros serviços como coreografia para casamento e condução para mulheres.

A abordagem holística de Erica inspira transformações profundas. Alunos relatam uma nova autoconfiança, maior consciência corporal e até o desejo renovado de viver a dança como expressão.

A seguir varios alunos relatam suas experiencias:

Andrés Payema

 “Para mim, a dança foi uma abertura para me expressar com mais confiança. A Erica não só melhorou minha técnica, mas também me ensinou a me conectar com quem danço. Fiz aulas particulares com ela e isso elevou meu nível e minha visão de futuro na dança.

Tive até a oportunidade de competir com ela na Dança das Estrelas em São Paulo, uma experiência incrível. Aprecio muito o trabalho que ela faz e sou realmente grato por essa jornada.”

Adriana Kaiser

“Sou psicóloga, e vejo a dança como uma prática essencial. Para mim, a dança não só movimenta o corpo e promove saúde, mas também é uma ferramenta poderosa para liberar as tensões da psique. É um processo holístico, onde não só o corpo se movimenta, mas também a mente e as emoções. Estou há três meses nas aulas com a Érica, e acredito que é algo extremamente importante para o bem-estar geral.”

Mário Pogria

“Estou fazendo aulas de dança com a Érica há quatro meses. Atualmente, estou focado no forró, e tenho descoberto que, além de aprender os passos, a dança me ensina sobre ritmo e conexão. A cada aula, desenvolvo uma nova percepção sobre o meu próprio ritmo e a interação com o parceiro. É realmente uma experiência transformadora.”

Yuri Garcia

“Eu sou o Yuri e comecei as aulas com a Érica em maio deste ano, sem nunca ter dançado nada antes. Aceitei o convite de um amigo e, desde então, não parei mais. A dança tem sido uma atividade incrível, que abriu espaço para conhecer novas pessoas e me aventurar em bailes, dançando até com desconhecidos. Tem sido uma experiência realmente divertida e enriquecedora.”

E o alcance de Erica vai além: ela ensina dança para pessoas cegas em seu espaço e faz um trabalho voluntário, ministrando aulas em um presídio feminino. Essas iniciativas, para ela, são mais que simples aulas de dança; são oportunidades de fortalecer autoconfiança, disciplina e, quem sabe, abrir novos caminhos para quem participa.

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Artesanato: A oportunidade de dar a volta por cima! https://www.focandonopositivo.com.br/artesanato-a-oportunidade-de-dar-a-volta-por-cima/ https://www.focandonopositivo.com.br/artesanato-a-oportunidade-de-dar-a-volta-por-cima/#respond Fri, 18 Oct 2024 13:07:45 +0000 https://www.focandonopositivo.com.br/?p=6418 Toda tarde, das 14h às 17h, na Rua Mateus Leme, 22, no coração do bairro São Francisco, em Curitiba, acontecem encontros que estão mudando vidas. São momentos de aprendizado e transformação, onde mulheres incríveis, de diferentes idades e histórias, se reúnem com um objetivo em comum: fazer do artesanato uma oportunidade de crescimento. Seja aposentada, […]

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Toda tarde, das 14h às 17h, na Rua Mateus Leme, 22, no coração do bairro São Francisco, em Curitiba, acontecem encontros que estão mudando vidas. São momentos de aprendizado e transformação, onde mulheres incríveis, de diferentes idades e histórias, se reúnem com um objetivo em comum: fazer do artesanato uma oportunidade de crescimento.

Seja aposentada, mãe buscando complementar a renda familiar, ou uma desempregada querendo se reinventar, até imigrantes em busca de integração e pertencimento em uma nova comunidade, lá todas encontram um espaço para aprender e aprimorar técnicas que vão além da criação de peças lindas.

O artesanato é uma verdadeira porta de entrada para uma nova fonte de renda e, mais que isso, para o despertar da criatividade e autoestima.

No Liceu de Ofícios Criativos, a variedade é de encher os olhos: macramê, patchwork, crochê, scrapbook, embalagens, pintura decorativa, biojóias, cerâmica, vidro… Tem para todos os gostos e estilos!

Cada oficina é uma oportunidade de aprender na prática, com mentoras talentosas e voluntárias que compartilham seus segredos de forma leve e acolhedora.

Mas não é só sobre criar com as mãos. No Liceu, você também aprende a valorizar e vender suas criações. Com dicas preciosas de fotografia, precificação, marketing no Instagram, até organização de estoque e vitrinismo, você vai transformar seu talento em um negócio de verdade!

Benefícios além do lucro

Além de gerar renda, o artesanato faz bem para a alma. Ele alivia o estresse, acalma a mente e aumenta a sensação de realização pessoal.

A cada peça criada, é como se um pedacinho de felicidade fosse costurado junto. Você vai sentir o orgulho de transformar suas ideias em realidade e ainda elevar os níveis de serotonina e dopamina – os hormônios da felicidade!

Não perca essa chance de crescer, relaxar e se conectar com você mesma, em um ambiente que respira criatividade e empoderamento. Vamos juntas transformar o que você ama fazer em algo que pode mudar sua vida!

Se você gostou deste post, nos ajude a divulgá-lo compartilhando em suas redes sociais! Não se esqueça de nos seguir no Instagram: @focandonopositivo

Fotos e vídeo: @dulce-rodriguez-jornalista

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Três anos promovendo o cuidado com o Meio Ambiente https://www.focandonopositivo.com.br/tres-anos-promovendo-o-cuidado-com-o-meio-ambiente/ https://www.focandonopositivo.com.br/tres-anos-promovendo-o-cuidado-com-o-meio-ambiente/#respond Tue, 16 Jul 2024 05:40:00 +0000 https://www.focandonopositivo.com.br/?p=6147 Hoje celebramos três anos inspirando mudanças positivas! A equipe da Revista Digital Focando no Positivo agradece a todos os nossos mais de 35 mil leitores pelo apoio e pela confiança ao longo dessa jornada.  https://www.focandonopositivo.com.br/wp-content/uploads/2024/07/aniversario-3-de-focando-eu.mp4 Cada interação, cada compartilhamento e cada palavra de incentivo nos impulsiona a continuar promovendo histórias inspiradoras e práticas sustentáveis.  https://www.focandonopositivo.com.br/wp-content/uploads/2024/07/aniversario-3-focando-materias.mp4 […]

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Hoje celebramos três anos inspirando mudanças positivas!

A equipe da Revista Digital Focando no Positivo agradece a todos os nossos mais de 35 mil leitores pelo apoio e pela confiança ao longo dessa jornada. 

Cada interação, cada compartilhamento e cada palavra de incentivo nos impulsiona a continuar promovendo histórias inspiradoras e práticas sustentáveis. 

Juntos, vamos continuar fazendo a diferença!

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Loja digital de artes indígenas impacta a renda de 3 mil artesãos https://www.focandonopositivo.com.br/loja-digital-de-artes-indigenas-impacta-a-renda-de-3-mil-artesaos/ https://www.focandonopositivo.com.br/loja-digital-de-artes-indigenas-impacta-a-renda-de-3-mil-artesaos/#respond Fri, 29 Sep 2023 19:08:37 +0000 https://www.focandonopositivo.com.br/?p=5131 Há uma década, Amanda Santana inaugurou a Tucum, uma encantadora loja de artesanato indígena situada no pitoresco bairro turístico de Santa Teresa, no Rio de Janeiro. Na época, com 31 anos, Amanda já sabia que sua visão transcenderia simples transações comerciais, e que esse empreendimento eventualmente se expandiria para uma plataforma online. Para Amanda, a […]

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Há uma década, Amanda Santana inaugurou a Tucum, uma encantadora loja de artesanato indígena situada no pitoresco bairro turístico de Santa Teresa, no Rio de Janeiro. Na época, com 31 anos, Amanda já sabia que sua visão transcenderia simples transações comerciais, e que esse empreendimento eventualmente se expandiria para uma plataforma online.

Para Amanda, a Tucum sempre foi mais do que um ponto de venda; era uma plataforma de desenvolvimento e conexão, um veículo para comunicar e educar sobre a realidade dos indígenas e a importância de valorizar esses povos e seu compromisso com a preservação ambiental.

Os primeiros testes foram realizados quando Amanda ainda trabalhava como atriz, maquiadora e cabeleireira, e percebeu o interesse crescente de seus clientes pelas artes dos povos indígenas, publicou o portal Um Só Planeta.

Durante quase três anos, em suas viagens a aldeias indígenas, acompanhando seu ex-companheiro, um indigenista que se tornou seu sócio, ela montou um estoque de artesanato.

Amanda Santana, a frente da Tucum — Foto: Divulgação

Inicialmente, a Tucum oferecia produtos dos Krahôs, Kajrés e Kayapós. À medida que o tempo passava, outras organizações indígenas procuravam a Tucum, e Amanda ampliava sua rede de fornecedores.

Ela também conduzia oficinas pessoalmente junto às organizações indígenas, como a Univaja – União dos Povos Indígenas do Vale do Javari, no Amazonas, que representa a população da segunda maior Terra Indígena do país.

A jornada de Amanda é uma história de empreendedorismo inspiradora, que não apenas preserva as ricas tradições culturais dos povos indígenas, mas também destaca a importância de uma conexão genuína com as comunidades indígenas e o compromisso com a preservação de vastas extensões de terras indígenas, que abrangem impressionantes 3 milhões de hectares.

Impacto Socioambiental: R$ 700 mil por ano

Hoje, a Tucum, com o apoio de 40 organizações, incluindo cooperativas e associações, viabiliza a venda de artesanato de aproximadamente 90 povos indígenas. Esse empreendimento gera uma receita de cerca de R$ 700 mil por ano, beneficiando a renda de 3 mil artesãos, a maioria deles mulheres.

Amanda, a fundadora da Tucum, enfatiza a importância da matriz de impacto que desenvolveram para atrair investimentos, e eles continuam a monitorar os resultados de perto, publicando anualmente um relatório.

Essa matriz de impacto relaciona o número de artesãs com o tamanho e população de cada aldeia, além de quantos hectares cada indígena consegue impactar de maneira positiva com seu trabalho e conhecimento.

Amanda destaca que, embora o artesanato possa enfrentar desafios em termos de escalabilidade, ele desempenha um papel fundamental na valorização e na preservação da cultura.

Amanda também destaca a importância do artesanato na transmissão de conhecimentos tradicionais para as gerações mais jovens nas aldeias. 

Ela enfatiza que esse valor é difícil de mensurar em termos financeiros, mas tem um impacto significativo na vida diária das mulheres indígenas e na gestão sustentável dos territórios indígenas.

Por exemplo, quando elas vão para a mata coletar sementes e fibras, geralmente estão acompanhadas de seus filhos, contribuindo para a continuidade desses conhecimentos e práticas tradicionais.

Empreendedorismo Feminino no digital

Com investimentos próprios, em 2015, ela conseguiu inaugurar a loja online da Tucum. No entanto, a operação principal continuou sendo a loja física até 2019. Tudo ia bem, mas quando a maternidade chegou para Amanda, cuidar da loja física tendo dois bebês de colo se tornou mais desafiador.

A empreendedora aproveitou a onda de crescimento da loja online, decidiu fechar a loja física e se mudar para Teresópolis, município a 200 km do Rio com um ambiente mais tranquilo para viver e criar os filhos.

Em paralelo, buscou ajuda para fazer seu negócio crescer e, em janeiro de 2020, recebeu seu primeiro investimento enquanto empreendedora, a partir da Amaz, aceleradora de negócios de impacto que atuam na região amazônica.

Com o investimento de R$ 400 mil, a Tucum se tornou a primeira plataforma de marketplace de artes indígenas do Brasil.

Por conta da pandemia, os cursos que Amanda costumava ministrar pessoalmente nas aldeias passaram a ser online, como um de 25 horas sobre gestão financeira, governança, estoque, precificação, curadoria de produto, melhoria, acabamento, comunicação e storytelling. “Queremos que as histórias sejam contadas por eles, e a gente possa só propagar as histórias”, diz.

Uma nova loja física foi aberta em Teresópolis, onde funciona a operação do negócio online e o centro de distribuição.

A equipe é enxuta. Amanda tem uma sócia dedicada à comunicação e conteúdo, um sócio consultivo, três funcionários, e alguns colaboradores pontuais para tarefas de finanças, design e fotografia.

Fotos: reprodução do Instagram da Tucum

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Conheça 4 exemplos de pais e filhos liderando negócios juntos com excelência https://www.focandonopositivo.com.br/conheca-4-exemplos-de-pais-e-filhos-liderando-negocios-juntos-com-excelencia/ https://www.focandonopositivo.com.br/conheca-4-exemplos-de-pais-e-filhos-liderando-negocios-juntos-com-excelencia/#respond Fri, 04 Aug 2023 17:32:42 +0000 https://www.focandonopositivo.com.br/?p=4787 Na era em que o mercado de trabalho exige múltiplas soluções, conciliar profissionais de diferentes idades é fundamental para o sucesso do negócio. Enquanto os jovens agregam inovação e facilidade com tecnologias, os experientes trazem bagagem de relacionamento humano e jogo de cintura para lidar com crises. Se esta parceria já seria produtiva apenas na […]

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Na era em que o mercado de trabalho exige múltiplas soluções, conciliar profissionais de diferentes idades é fundamental para o sucesso do negócio. Enquanto os jovens agregam inovação e facilidade com tecnologias, os experientes trazem bagagem de relacionamento humano e jogo de cintura para lidar com crises.

Se esta parceria já seria produtiva apenas na convivência em período comercial, imagine só quando a conexão transcende para a instituição familiar.

Em comemoração ao Dia dos Pais, Focando no positivo apresenta 4 histórias de pais e filhos que empreendem juntos e fortalecem a relação diariamente: 

Saúde e bem-estar

Dr. Edson Ramuth, CEO da Emagrecentro, e suas filhas Sylvia e Illana Ramuth, são um exemplo de que trabalhar em família, pode dar certo. Sylva, que atua na área médica há 5 anos e Illana responsável pelas demandas administrativas e jurídicas da rede há 10 anos, escolheram trabalhar com seu pai de forma espontânea.

Mesmo em áreas distintas, a interação entre eles acontece praticamente o dia todo. “É maravilhosa essa experiência e deixou até mais leve o dia a dia. Acredito que houve uma união maior entre nós, trabalhando juntos em um único objetivo”, comentou Dr. Edson.

Para quem deseja começar um negócio familiar, ele reforça que é importante que os filhos se identifiquem com o negócio e que a adesão seja uma escolha deles

Franquia

Fundada no Paraná há mais de 30 anos, a Anjos Colchões & Sofás conta com mais de 280 lojas comercializadas e está presente em 21 estados brasileiros e cinco unidades no Paraguai. O negócio familiar foi impulsionado pelo empenho de Claudinei dos Anjos, presidente da rede, que preparou seu filho, Leonardo dos Anjos,  diretor de franquias.

“Preparar meu filho para trabalhar na empresa foi uma jornada gratificante e significativa. Desde cedo, sempre tivemos o objetivo de transmitir valores essenciais. Enfatizamos a importância de agir com ética, transparência e honestidade em todos os aspectos dos negócios. Investimos tempo em fornecer ao nosso filho um amplo entendimento do negócio de colchões, desde a fabricação até o atendimento ao cliente”, diz Claudinei.

Para chegar ao cargo de diretor de franquias, Leonardo foi exposto a diferentes áreas da empresa, para desenvolver uma visão abrangente e estratégica.

“Essa dinâmica familiar no ambiente de trabalho trouxe benefícios intensos e estreitou ainda mais os laços entre nós. Conhecendo-o tão bem, sabemos como apoiar um ao outro e enfrentar desafios de maneira clara”, disse o presidente da Anjos.

Leonardo trabalha com o pai desde os 17 anos, após concluir os estudos, e fala sobre as lições tiradas durante esse tempo: “aprendi a lidar com diferentes personalidades, a trabalhar em equipe e enfrentar desafios de forma colaborativa. No início, equilibrar as responsabilidades do trabalho e as expectativas familiares, não foi fácil, mas meu pai sempre enfatizou a honestidade em todas as transações e relacionamentos e isso me motivou e ainda me motiva”, disse o diretor de franquias

Comida asiática

Desde 2021, Marcelo Santos, de 53 anos, empreende ao lado da filha, Juliana Santos, de 26 anos, em uma unidade da Home Sushi Home, rede de delivery especializada em comida asiática e oriental, em São Luís (MA).

A história de pai e filha nos negócios começou logo após ela iniciar a graduação em administração, em 2015, o que possibilitou que ela auxiliasse nos negócios da família.

“A jornada empreendedora possui seus altos e baixos. Compartilhar esses momentos com meu pai me ensinou a ser resiliente, perseverar e não desistir facilmente, mesmo quando as coisas ficam difíceis”, conta Juliana, que ainda reforça que a experiência fortaleceu os laços entre eles e tornou cada vitória mais significativa.

Minimercado

No final de 2021, Pedro Miranda Siqueira, de 37 anos, decidiu empreender paralelamente à carreira de bancário. Em fevereiro do ano seguinte, inaugurou uma unidade da Minha Quitandinha, rede de minimercado autônomo que opera em condomínios residenciais e comerciais, na capital paulista.

O estado de felicidade em ter o primeiro negócio foi tomado por um sentimento de medo e angústia três meses depois da inauguração: o pai, Rogério Siqueira, de 61 anos, sofreu um infarto, passou por uma cirurgia e ficou 45 dias hospitalizado.

“Surgiu a oportunidade de ter uma nova loja e incentivei meu pai a investir para gerenciarmos juntos as duas unidades. Foi a maneira de trazer ele para mais perto depois do susto que passamos”, conta Pedro.

Hoje, o pai é o “head” do negócio, toca a segunda unidade sozinho e ajuda o filho a operacionalizar a primeira. “Ele é um exemplo de gestão, organização e sinto muito orgulho do que estamos construindo”, celebra e adianta que em breve pretende abrir novas unidades da franquia.

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Inteligência Artificial transforma carreiras, esteja disposto a se adaptar https://www.focandonopositivo.com.br/inteligencia-artificial-transforma-carreiras-esteja-disposto-a-se-adaptar/ https://www.focandonopositivo.com.br/inteligencia-artificial-transforma-carreiras-esteja-disposto-a-se-adaptar/#respond Tue, 18 Jul 2023 15:58:13 +0000 https://www.focandonopositivo.com.br/?p=4642 Estamos vivendo em plena Quarta Revolução Industrial, caracterizada pelo avanço da Inteligência Artificial (IA) – robôs que pensam e tomam decisões – em todas as áreas. E, com ela, avança o medo do desaparecimento de milhões e milhões de empregos, que serão substituídos pela IA. A inteligência artificial representa uma evolução “natural” do processo de […]

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Estamos vivendo em plena Quarta Revolução Industrial, caracterizada pelo avanço da Inteligência Artificial (IA) – robôs que pensam e tomam decisões – em todas as áreas. E, com ela, avança o medo do desaparecimento de milhões e milhões de empregos, que serão substituídos pela IA.

A inteligência artificial representa uma evolução “natural” do processo de industrialização que os seres humanos têm implementado há quase 400 anos. A sua principal intenção é proporcionar às máquinas a capacidade de realizar o máximo de ações repetitivas ou mecânicas possíveis, facilitando a vida das pessoas e deixando para os profissionais humanos as decisões que realmente demandam sensibilidade cognitiva.

Empregos que vão a desaparecer

De fato, muitos empregos deverão desaparecer, como aconteceu nas três revoluções industriais anteriores. E outros tantos serão criados, embora não nas mesmas áreas, nem com as mesmas características.

Em outras palavras, a indústria 4.0, com base na inteligência artificial, deve eliminar milhões de postos de trabalho e criar milhões de novos empregos.O maior risco de desaparecimento ficará com as funções e postos de trabalho menos especializadas.

É o que tende a acontecer com a Quarta Revolução. De acordo com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) ela deve eliminar muitos postos de trabalho de operadores de máquinas, atendentes de call centers, operadores de caixa, cobradores de ônibus, frentistas de postos de gasolina, etc.

Qual será o futuro do trabalho?

Novas tecnologias como a internet das coisas, Big Data, computação na nuvem, drones, inteligência artificial, impressão 3D, realidade aumentada, entre muitas outras, vão abrir imensas oportunidades para trabalhadores e para quem quer abrir seu próprio negócio.

A questão é que as novas vagas abertas provavelmente demandarão trabalhadores muito diferentes daqueles que perderão o emprego com a Indústria 4.0.

Isso quer dizer: Ganham força as atividades associadas às novas tecnologias. São as engenharias, ciências de dados, computação, matemática, gestão estratégica e vendas.

A Confederação Nacional da Indústria estima que 60% das crianças atualmente em idade escolar terão ofícios que sequer existem hoje em dia

Como se preparar para o novo mercado?

Inteligência artificial já deixou de ser coisa de filme futurista para fazer parte do dia a dia das pessoas. Diante desse cenário, é essencial que você esteja preparado para as mudanças que estão por vir, de forma a manter a sua empregabilidade.

Quer saber como lidar com a nova relação da inteligência artificial e o mercado de trabalho?

Focando no positivo listou as recomendações da Contranet, continue a leitura e descubra!

1-Busque sempre conhecimento e atualização

As empresas precisam contar com profissionais prontos para lidar com as novas demandas do mercado e com as ferramentas inovadoras que são utilizadas para os processos internos.

Dessa forma, o conhecimento não pode parar na graduação, e nem mesmo na sua área de atuação. É preciso que você faça cursos de atualização constantes e busque ser um profissional cada vez mais interdisciplinar — principalmente no que se refere à utilização da tecnologia — para se manter competitivo no mercado de trabalho.

2- Desenvolva as suas soft skills

A inteligência artificial pode realizar tarefas operacionais e gerar insumos para a tomada de decisão dentro de uma empresa. Porém é muito difícil substituir as competências comportamentais (chamadas de soft skills) por máquinas.

Dessa forma, é essencial que você invista no desenvolvimento de habilidades como inovação, flexibilidade, criatividade, comunicação interpessoal e empatia. Isso porque elas têm a capacidade de se tornar o seu diferencial no mercado de trabalho.

3- Saiba se adaptar

Com tantas mudanças tecnológicas e avanços cada vez maiores da inteligência artificial, a realidade de trabalho também sofre transformações constantes. Isso significa que, muito dificilmente, você realizará as mesmas atividades durante muitos anos, mesmo que continue na mesma empresa e no mesmo cargo.

Portanto, é essencial que você saiba se adaptar a situações diferentes, encarando a mudança como um desafio e não como um problema. Dessa forma, você é capaz de acompanhar as tendências de mercado com facilidade.

4-Pense global e criticamente

Outra necessidade para que você se prepare para a entrada da inteligência artificial no mercado de trabalho é o desenvolvimento de pensamento global e crítico. Isso significa que é preciso que você saiba ver a empresa, o mercado e a sociedade como um todo, em vez de focar apenas em alguns elementos, sejam eles relacionados ou não a sua área de atuação.

Além disso, a tomada de decisão é um elemento central dentro do novo contexto de trabalho, o que significa que você precisa pensar criticamente para discernir o que trará efeitos positivos em longo prazo e o que não fará isso. Portanto, essas são duas habilidades podem fazer com que você se destaque no mercado de trabalho da atualidade.

Inteligência artificial hoje

As tecnologias da IA estão em todo lugar. Mas algumas das mais comuns são as seguintes:

  • Bots de automação digital: bots que realizam registro, transação e armazenamento de informações automaticamente, facilitando a dinamizando o uso de softwares de gestão e correlatos.
  • Bots de interação humana: chatbots e similares utilizam inteligência artifical para atender a demandas de usuários. Os mais simples apenas encaminham o(a) cliente a outros departamentos a partir dos comandos do usuário. Os mais complexos conseguem manter um diálogo mais natural com as pessoas.
  • Robôs físicos: máquinas industriais, drones não tripulados, alto-falantes inteligentes e outros. São robôs que têm a sua configuração digital de IA aplicada a uma finalidade física ou mecânica.
  • Algoritmos: bots de cálculo e tomada de decisão que suportam plataformas de venda, de negociações de ativos, de precificação de produtos e serviços, entre outros.

Aplicações da IA nas áreas de uma empresa

Segundo o portal Ideia no ar, os setores de um empreendimento podem ter a sua operação muito beneficiada pela IA. Veja alguns exemplos: 

  • Administrativo: cálculo automatizado de indicadores, geradores de gráficos de cenário e diagnósticos automatizados de metas;
  • Comercial: precificação de produtos e serviços, contato automatizado com clientes;
  • Marketing: estimativas de resultado de campanhas, precificação de anúncios e interação automatizada com leads;
  • Logística: automação em nível profundo de armazenamento e transportes de cargas;
  • Econômico: automatização de ordens de pagamento e emissão de cobranças para clientes inadimplentes;
  • Fiscal: emissão de notas fiscais automatizadas e auditoria das contas do negócio;

A tecnologia veio para ficar e saber se adaptar a ela é essencial para se tornar um profissional de sucesso. Nesse cenário, algumas profissões se destacam, como profissões do futuro, como é o caso do desenvolvedor de software, analista de marketing digital, analista de dados, coaching, entre outras. Porém, com essas dicas você é capaz de garantir o seu lugar independe da formação profissional!

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