A nova tendência entre líderes corporativos brasileiros é clara: vivenciar in loco o que antes era apenas pauta de reuniões. Viagens imersivas, expedições em comunidades tradicionais e experiências fora da zona de conforto estão mudando a forma como empresários encaram a sustentabilidade — e a Amazônia tem sido um dos principais destinos dessa transformação.
A inovação encontra a floresta
Um exemplo emblemático dessa nova abordagem é a Expedição Amazônia ao Cubo, cocriada entre o Cubo Itaú e a Vivalá – Turismo Sustentável no Brasil. Realizada em Belém do Pará, um dos polos estratégicos da Amazônia, a jornada reuniu 50 lideranças de áreas como logística, finanças, mineração, governo e startups.
Foram três dias intensos de imersão em temas como bioeconomia, inovação e empreendedorismo sustentável, com visitas a instituições como o Instituto Tecnológico Vale, Saint-Gobain e iniciativas locais como açaí startups da Açaí Valley.
Além das visitas técnicas, o grupo participou de rodas de conversa com empreendedores locais e vivências culturais e gastronômicas, criando conexões verdadeiras com os desafios e oportunidades da região.
Natura e a reconexão com suas raízes
Outra gigante brasileira que apostou em vivências práticas foi a Natura, conhecida por suas cadeias de valor sustentáveis. Em parceria com a Vivalá, a marca está desenvolvendo um programa de vivências com as comunidades fornecedoras de matéria-prima no Pará.
A proposta é aproximar consultoras, investidores, imprensa e clientes do dia a dia dessas comunidades — escutando, observando e sentindo de perto como os princípios da sustentabilidade ganham vida na prática.
Imersões que conectam times e valores
Além de programas voltados ao público externo, muitas empresas estão apostando em expedições como ferramentas de integração e cultura interna.
Foi o caso da Ambev, que realizou uma imersão de um dia em São Paulo focada no afroturismo, e da Ajinomoto, que levou seu time de Trade Marketing até a Terra Indígena Tenondé Porã. Em ambos os casos, os colaboradores voltaram com visões mais amplas sobre sustentabilidade, diversidade e propósito.
O Grupo Gaia, referência em investimentos de impacto, transformou até o próprio aniversário em uma viagem à Amazônia, reconectando a equipe aos valores fundadores da organização.
Ativação de marca com propósito
A Pantys, primeira marca de calcinhas absorventes do Brasil, é um bom exemplo de como ações com propósito podem ir além do marketing. Ao promover uma vivência imersiva com povos indígenas para tratar da saúde menstrual, a marca reuniu equipe, parceiros e até clientes para participar ativamente da causa.
Benefício a cultura organizacional
Algumas empresas já estão adotando modelos contínuos de incentivo ao turismo sustentável. Convênios e clubes de benefícios com a Vivalá garantem descontos em experiências sustentáveis para colaboradores, promovendo bem-estar, contato com a natureza e engajamento com causas socioambientais — além de reconhecer o valor da vida além do expediente.
Sair da bolha corporativa
A nova geração de líderes empresariais está descobrindo que, para entender e agir sobre os desafios ambientais e sociais do Brasil, é preciso sair da bolha corporativa e se aproximar da realidade.
Vivências em campo, têm mostrado que conhecer de perto é o primeiro passo para transformar de verdade — e que o futuro da sustentabilidade passa por conexões humanas, experiências reais e aprendizados coletivos.
Com informação da assessoria de imprensa
Fotos: divulgação Vivalá